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Saúde Pública

COVID-19: Tangará tem nove confirmados e recuperados; Sete foram ‘importados’

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Nove casos de Covid-19 estão registrados pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus em boletim epidemiológico divulgado na manhã desta sexta-feira (01.05) em Tangará da Serra. Nos nove casos, os pacientes alcançaram a recuperação e estão curados.

(*) Veja quadro ao final do texto

De acordo com o boletim, as notificações chegam a 165 desde o início da pandemia, em 26 de fevereiro. Destas, 144 (87,3%) foram descartadas após os exames apontarem negativo para infecção pelo novo coronavírus. Há, ainda, 12 casos em investigação pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).

O município segue sem óbitos na pandemia. Não há pacientes internados.

Transmissões

Ainda segundo o boletim epidemiológico desta sexta-feira, das nove confirmações de infecção pelo novo coronavírus, sete são “importadas”, ou seja, vieram de pacientes que voltaram de viagem ou vieram em visita ao município.

Outras duas transmissões foram provocadas por contágio local, invariavelmente de pessoas próximas dos pacientes acometidos por transmissão importada. Não há registros de transmissão comunitária.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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