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Saúde Pública

COVID-19: Tangará da Serra tem salto de 80% nos casos em uma semana; Municípios da região contabilizam 37 confirmados

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Do último sábado (23) até a tarde desta sexta-feira, Tangará da Serra teve um aumento substancial de casos confirmados de Covid-19. Naquela data, o município contabilizava 60 pacientes com a doença, enquanto hoje (29) este número salta para 108. Ou seja, 80% a mais de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus.

O número de notificações passou de 416 para 630 nesta mesma semana. A quantidade de pacientes que aguardam os resultados dos exames mais que dobrou no período, passando de 49 para 112, enquanto o número de curados subiu de 25 para 48.

Um dado que preocupa é o número de pessoas internadas com a Covid-19. Se no sábado passado havia apenas um paciente internado em enfermaria, ao longo da semana este número subiu para 06 internações, sendo três delas em UTI.

Região

Campo Novo do Parecis contabiliza 20 pessoas infectadas.

Os números da pandemia começaram a subir também nos municípios vizinhos. Ao todo, são 37 casos. Em Campo Novo do Parecis, a secretaria de saúde local contabiliza 20 casos confirmados da moléstia. Já em Sapezal são 09 pessoas contaminados, 03 em Nova Olímpia, 02 em Denise e 01 em Barra do Bugres, Arenápolis e Santo Afonso.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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