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Saúde Pública

Covid-19: Tangará da Serra soma 101 casos ativos, com 10 internados; Semana tem média diária de 35 novos casos no município

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Boletim Epidemiológico divulgado na tarde desta sexta-feira (26) pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento ao Coronavírus mostra 38 novos casos confirmados de Covid-19 em Tangará da Serra.

De acordo com o boletim, são 482 casos confirmados no total, sendo 101 ativos e 375 pacientes recuperados da doença. Entre os casos ativos, 91 encontram-se em isolamento domiciliar e outros 10 estão internados – dois em enfermaria pública, dois em UTI pública, três em UTI pública em Cuiabá, e três em UTI privada.

(Veja quadro com os números, ao final da matéria)

Houve, ainda seis óbitos, com a última ocorrência registrada na última quarta-feira (24). Há outros dois pacientes internados em enfermaria que ainda aguardam resultado de exames.

Os números atualizados apontam para uma média diária de quase 36 (35,7) novos casos nos últimos sete dias. No mês de junho, a média diária de novos casos é de 16.

Recuperados

Dos 482 casos confirmados, 322 foram informados pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT). Outros 160 casos foram confirmados através de teste rápido/sorologia. Quanto aos pacientes que evoluíram para cura, os 375 recuperados respondem por 78% do total de casos confirmados desde o primeiro registro da doença no município, em 01 de abril.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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