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Saúde Pública

Covid-19: Classificação de risco de Tangará da Serra cai de ‘Muito Alto’ para ‘Alto’, segundo SES-MT

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De acordo com boletim epidemiológico divulgado ontem (16.07) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), Tangará da Serra teve decréscimo de seu risco de contaminação de ‘Muito Alto’ para ‘Alto’. (Imagem acima, com sinalização em verde)

A nova classificação de Tangará da Serra se dá por três fatores: pelo número de casos ativos – 131 (faixa entre 51 e 150) –, pela Taxa de Ocupação de Leitos de UTI (TOL, 30%, quatro entre as 10 UTI’s adultas públicas) e pela Taxa de Crescimento da Contaminação (TCC, menor que 100%).

Números

Segundo o boletim da SES-MT, Tangará da Serra é o sexto município do estado em número de casos, com 1.292 registros da doença desde o início da pandemia. Porém, possui alto índice de cura, com 1.147 recuperados, o que corresponde a um percentual de 88,7% sobre o total de casos registrados. Os óbitos somam 14, quadro que se mantém inalterado há 04 dias. (Veja quadro ao final da matéria)

Conforme boletim divulgado ontem pelo município, há 12 pacientes internados com covid-19. Destes, três estão em UTI pública (Hospital Municipal), e quatro em UTI privada. Outros cinco pacientes estão internados em leitos de enfermaria, sendo quatro públicos e um privado.

Entre os casos em investigação, há 10 internados em enfermaria pública e um em enfermaria da rede hospitalar privada. Ainda entre os casos suspeitos, há um óbito cuja causa está sendo apurada.

Sinop

Importante destacar que Sinop aparece no balanço da SES-MT em 8º lugar no número de casos em Mato Grosso (total de 991), mas, na realidade, deveria figurar na segunda colocação no ranking estadual.

De acordo com boletim Covid-19 do próprio município divulgado no site da prefeitura local, o município do ‘Nortão’ soma 2.489 casos (1.276 confirmados pelo município e outros 1.213 casos positivos por testagem rápida).

Os números de Sinop podem ser conferidos no link: https://www.sinop.mt.gov.br/Noticias/Covid-19-sinop-registra-957-pessoas-recuperadas–8524/

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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