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Saúde Pública

COVID-19: Números mostram MT com 36% a mais de infectados; Campo Novo do Parecis registra primeiro caso

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Mais de 10 mil pessoas estão contaminadas pela Covid-19 no Brasil, que já contabiliza 432 óbitos com a pandemia. Os números são do Ministério da Saúde, em boletim divulgado na tarde deste sábado, 4.

Nesta atualização, porém, não constam os novos casos registrados neste sábado em Mato Grosso, cujo boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES) foi divulgado após a atualização da pasta federal. Portanto, considerando os números da SES, são, ao todo, são 10.282 casos de coronavírus – 13,54% a mais (1.226 novos casos) – e 20,32% a mais de mortos (72 novos óbitos). A taxa de mortalidade segue em 4,2%, a exemplo de ontem.

(*) Veja ao final da matéria quadro com todos os números da COVID-19, por estado.

Mato Grosso é o estado com menor incidência da doença no Centro Oeste. Porém, o estado soma 60 infectados confirmados e se mantém com apenas um óbito. O aumento no número de casos (16 a mais, sobre os 44 de ontem) no estado representa o maior avanço proporcional da doença (36%) entre os estados da região Centro Oeste. Campo Novo do Parecis registrou seu primeiro caso, o quinto da região, somando com Tangará da Serra.

O caso de Campo Novo do Parecis é de uma senhora de 71 anos que retornou de viagem de São Paulo há poucos dias, já com sintomas. O agravamento de seu estado de saúde motivou sua remoção para Cuiabá, onde permanece internada em estado regular.

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Os casos confirmados em Mato Grosso estão em Cuiabá (37), Rondonópolis (6), Nova Monte Verde (1), Tangará da Serra (4), Sinop (3), Lucas do Rio Verde (1), Nova Mutum (1), Chapada dos Guimarães (1), Campo Novo do Parecis (1), Alta Floresta (1) e Várzea Grande (4). Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios.

Nos próximos dias, os números devem crescer rapidamente por causa do maior número de testes que estão sendo realizados pelos Estados, segundo antecipado pelo Enfoque Business na última quarta-feira (veja link: https://enfoquebusiness.com.br/mandetta-agilidade-na-testagem-fara-subir-numeros-de-casos-confirmados-de-covid-19/).

País

São Paulo continua a ter o maior número de vítimas, com 4.466 contaminados e 260 mortos. O Rio de Janeiro tem 1.246 casos de contaminações e 58 mortos. O Ceará tem 22 mortos e 730 casos. No boletim deste sábado, apenas os estados do Acre e Tocantins aparecem sem registros de óbitos no país.

Toda a preocupação do governo, neste momento, está centrada em formas de prestar atendimento à população. A precariedade e a falta de suprimentos, leitos e itens de segurança é generalizada em todo o País.

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O documento elaborado pela Secretaria de Vigilância em Saúde afirma que a capacidade laboratorial do Brasil ainda é insuficiente para dar resposta a essa fase da epidemia.

A Rede Nacional de Laboratório é semi-automatizada, composta pelos 27 Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENs), Instituto Evandro Chagas e todas as unidades da Fundação Oswaldo Cruz que juntas, em carga máxima, são capazes de processar aproximadamente 6.700 testes por dia.

Para o momento mais crítico da emergência, será necessária uma ampliação para realização de 30 mil a 50 mil testes de RT-PCR, que é o tipo de exame mais confiável. O Ministério alerta que “não há escala de produção nos principais fornecedores para suprimento de kits laboratoriais para pronta entrega nos próximos 15 dias”.

Além disso, afirma que há carência de profissionais de saúde capacitados para manejo de equipamentos de ventilação mecânica, fisioterapia respiratória e cuidados avançados de enfermagem para lidar com pacientes graves de Covid-19.

Outro ponto frágil são os locais de atendimento a casos críticos “Os leitos de UTI e de internação não estão devidamente estruturados e nem em número suficiente para a fase mais aguda da epidemia”, afirma o relatório.

Veja tabela Enfoque Business abaixo com todos os números.

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Saúde Pública

Campanha da vacinação contra pólio começa dia 15; Rotary defende ampliação da cobertura

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Começa no próximo dia 15 (segunda-feira) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite no estado de Mato Grosso. A campanha, que estava prevista para começar no início dessa semana, foi adiada em razão do atraso na remessa das vacinas pelo Ministério da Saúde.

As doses da vacina são custeadas através de parceria de alcance mundial, em ação conjunta liderada pelo Rotary Internacional, através da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio. Segundo o governador assistente da região 6 do Distrito 4440 do Rotary, Alfredo Acácio Nuernberg, a cobertura vacinal contra a poliomielite ainda está baixa em Mato Grosso. “Podemos ampliar esta cobertura e vamos levar esta campanha ao conhecimento do público através da Imprensa, das redes sociais e do trabalho dos nossos companheiros de Rotary, divulgando amplamente os dias de campanha de vacinação”, disse o membro rotariano.

Estimativa

De acordo com a secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), a estimativa é imunizar 227.559 crianças menores de cinco anos. Até o momento, chegaram 170 mil doses da vacina na Rede de Frio do Estado. Como houve o atraso na remessa, as equipes da Vigilância e Atenção à Saúde da SES não tiveram tempo hábil para organizar a logística e distribuir as doses aos municípios até ontem (segunda, 08). Porém, os trabalhos de recebimento das doses, de conferência da quantidade, na catalogação dos imunizantes e no encaixotamento estão em finalização e a distribuição das doses aos municípios está em vias de iniciar, criando condições para o início da campanha na próxima segunda-feira.

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Multivacinação

Paralelamente à vacinação contra a poliomielite, o estado promoverá, a partir do dia 15, a campanha de multivacinação para atualização da caderneta da criança e do adolescente menor de 15 anos. Ao todo, serão aplicadas 700 mil doses de vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação.

Também haverá vacinação, no mesmo período, contra a Covid-19. O Dia “D” de mobilização nacional das duas campanhas está previsto para ocorrer em 20 de agosto, mas os municípios terão autonomia para definir as datas de mobilização para a vacinação de acordo com a realidade local.

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