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Saúde Pública

Mandetta: Agilidade na testagem fará subir números de casos confirmados de COVID-19

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“Os números vão crescer muito a partir desta semana”. Foi o que disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante coletiva à imprensa na tarde de hoje, quando da atualização dos números diários do coronavírus.

Mas a informação não é motivo de alarme, e sim uma sinalização de que os cuidados devem ser rigorosos. Mandetta explicou que a testagem que está represada passará a ser feita com máquinas em automático. “Vai chegar uma hora que vamos ter megamáquinas automatizadas e estes números vão crescer muito”, adiantou o ministro, observando que os resultados já começarão a ser percebidos ainda esta semana. “Hoje já temos o início do gráfico. Eu acredito que até o final da semana que vem (…) vocês vão ver muitos casos confirmados”, completou.

Aumento de casos confirmados levará a um resultado matemático que será a queda na taxa de letalidade da pandemia, segundo Mandetta.

Luiz Henrique Mandetta destacou, ainda, que o aumento de casos confirmados levará a um resultado matemático que será a queda na taxa de letalidade da pandemia. “Hoje o número de casos está muito menor que o número de casos que está circulando dentro da nossa sociedade”, acrescentou.

Neste contexto, Mandetta advertiu para que os cuidados sejam, portanto, redobrados. “Não é lockdown (bloqueio) o que o Brasil fez. O Brasil fez uma diminuição da atividade, e isso não é lockdown. O que a gente está vendo é muita gente trabalhando, os essenciais trabalhando… Agora, precisa redobrar o esforço (…)”, concluiu.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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