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Saúde Pública

Covid-19: Cinco municípios da região seguem com risco alto de contaminação; Tangará e outros dois em risco moderado

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Cinco municípios da região polarizada por Tangará da Serra estão classificados em risco “Alto” de contaminação, segundo boletim epidemiológico nº 141 da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) divulgado ontem (segunda, 27).

São eles Campo Novo do Parecis (foto acima, com 162 casos ativos e 3,28% de Taxa de Crescimento de Contaminação), Sapezal (159 ativos e TCC de 4,4%), Nova Olímpia (57 e 34,12%), Barra do Bugres (44 e 46,36%) e Brasnorte (9 e 50%).

Com 57 casos ativos e TCC de 34%, Nova Olímpia tem risco alto de contaminação.

Na mesma região, três municípios estão enquadrados em risco moderado de contaminação. Estes são Tangará da Serra (141 ativos e TCC de 15,09%), Santo Afonso (15 e 35,36%) e Alto Paraguai (4 e 25%).

(Veja o boletim 141 no link: http://www.saude.mt.gov.br/informe/584)

O boletim da SES de ontem (27/07) mostra (a partir da página 14) que três  municípios do Estado configuram na classificação com risco “muito alto” para o novo coronavírus:  Sorriso, Sinop e Vera.

Ainda de acordo com informações contidas no boletim, os municípios que estão na classificação de risco “alto” para a disseminação do coronavírus são, além dos cinco da região já citados: Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Várzea Grande, Cáceres, Primavera do Leste, Peixoto de Azevedo, Barra do Garças, Mirassol D’Oeste, Jaciara, Querência, Nova Mutum, Poconé,  Nova Xavantina, Nova Canaã do Norte, Colniza, Tourixoréu, Guiratinga, Santa Terezinha, Jangada, Castanheira, Carlinda e Araguainha.

O sistema de classificação que indica o nível de risco é definido por cores: muito alto (vermelho), alto (laranja), moderado (amarelo) e baixo (verde). De acordo com a definição dos riscos é necessária a adoção de medidas restritivas para o controle da propagação do coronavírus nas cidades. Os indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana e os resultados são divulgados nos Boletins informativos da SES-MT.

O Governo de Estado publicou novo decreto restringido ainda mais as medidas que devem ser adotadas pelos municípios, com base na classificação de risco para prevenir a disseminação da Covid-19. O Decreto nº 532 foi publicado na edição extra do Diário Oficial de 24 junho. O documento altera as tabelas de classificação de risco, criando uma terceira tabela.

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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