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Saúde Pública

COVID-19: Cidade tem semana com quase 07 novos casos diários; Maio tem média diária de quase 03 diagnósticos

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Com 48 casos de Covid-19 confirmados no espaço de uma semana, Tangará da Serra chega a uma média diária de praticamente sete (6,8) novos casos de infecção pelo novo coronavírus. Os números constam nos boletins divulgados entre o último dia 19 (terça-feira da semana passada) e esta terça-feira, dia 26.

Hoje, Tangará da Serra contabiliza 82 casos confirmados da doença. Entre estes, 40 alcançaram a cura clínica, mas 39 estão em isolamento domiciliar e 03 estão internados em enfermaria.

O boletim epidemiológico desta terça-feira mostra 515 notificações de casos suspeitos, sendo 235 descartados como sendo de Covid-19. há outros 104 em investigação. Um dos pacientes com suspeita da moléstia se encontra internado em enfermaria.

A maioria dos contágios – 55 – acontece por transmissão local. Outros 15 pacientes adquiriram a doença por transmissão comunitária e 12 na modalidade ‘importada’.

Maio

Tangará da Serra adentrou no mês de maio com 09 casos confirmados de Covid-19. De lá para cá foram confirmados outros 73 casos. No total de 82 casos diagnosticados nestes 26 dias do mês, a média se situa num incremento diário de quase 03 (2,8) novos por dia.

As notificações de casos suspeitos, que em 1º de maio somavam 165, saltaram para 515 neste dia 26, o que representa uma média diária de 13,4 notificações diárias. Nos últimos sete dias, quando houve 200 novas notificações, a média diária de casos suspeitos subiu para 28,5.

 

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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