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Saúde Pública

COVID-19: Atualização aponta 30 mil casos e 188 novos óbitos no país; MT tem quinta morte confirmada, em Cuiabá

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O Ministério da Saúde divulgou agora à tarde o boletim atualizado da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Os números mostram um total de 1.924 óbitos causados pela doença desde o início da pandemia, um acréscimo 188 novas mortes (10,8% a mais) por Covid-19 nas últimas 24 horas no país, totalizando. O número de casos de infectados pelo novo coronavírus chegou a 30.425, um incremento de 2.105 (7,43%) de pacientes de ontem para hoje.

(*) Veja quadro com números por estado, ao final da matéria

As informações estão atualizadas­ até as 14h desta quinta-feira e indicam uma leve desaceleração na expansão das mortes, que, nos últimos dois dias, havia sido maior que 200 para o período de 24 horas. Por esses dados, a taxa de letalidade da doença agora é de 6,3% no país.

A atualização numérica da COVID-19 no país foi informada pelo Ministério da Saúde quase ao mesmo tempo da apresentação (foto acima) do novo titular da pasta, Nelson Teich, que substitui Luiz Henrique Mandetta no cargo.

Mato Grosso

No boletim do Ministério da Saúde desta quinta-feira, Mato Grosso aparece com 156 casos, cinco a mais que ontem. Até o momento, a capital mato-grossense notificou 79 casos da doença.

Na mesma tarde, a Secretaria de Estado de Saúde foi informada sobre o quinto óbito no estado. A vítima é um paciente morador de Cuiabá, que registra sua primeira morte por Covid-19.

De acordo com os Boletins da SES, as outras mortes causadas em decorrência da Covid-19 em Mato Grosso envolveram residentes dos municípios de Lucas do Rio Verde, Cáceres, Aripuanã e Rondonópolis.

Veja quadro abaixo:

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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