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Eleições 2020

Convenções se encerram hoje para consumar quadro das municipais; Em Tangará, ao menos cinco disputarão majoritária

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Está chegando ao final a fase das convenções partidárias que definirão as candidaturas às eleições municipais de 15 de novembro, quando os eleitores de Tangará da Serra escolherão os novos prefeito e vice e, também, a nova composição da Câmara Municipal.

A conclusão das convenções ocorre nesta quarta-feira (16), com o encontro do Democratas (DEM) a partir das 18hs, no Colibri Palace Hotel.

A sucessão municipal deverá ter ao menos cinco chapas disputando a prefeitura, com o envolvimento de 14 agremiações partidárias, num pleito que promete muito acirramento e intensa atividade pelas redes sociais.

Ontem, MDB e PP deliberaram por uma chapa majoritária formada, respectivamente, pelo advogado e ex-diretor do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), Wesley Lopes Torres, e o também advogado, cirurgião dentista e especialista em gestão pública Amauri Paulo Cervo, que também foi vereador por dois mandatos e presidente da Câmara Municipal de Tangará da Serra.

A confirmação da aliança entre MDB e PP – que também inclui o Solidariedade – aconteceu ontem à noite, durante convenção na Chácara Iracema, no Rio Preto.

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O MDB contará com 13 candidatos à vereança e o PP terá outros 10 candidatos.

Outros

Foto: DS

Também já confirmaram suas chapas majoritárias a coalisão PSDB, PTB, PDT, PL, PSL e PV. O empresário Vander Masson, do PSDB, encabeça a chapa, ao lado do também empresário Marcos Scolari.

O PSD, por sua vez, lançou chapa para a sucessão municipal com o produtor rural e ex-secretário de Infraestrutura Francisco Clemente, tendo como vice a empresária Marli Franchini (PSB). Desta aliança também participam o Patriota e, possivelmente, o DEM, que promove hoje a sua convenção.

Foto: DS

A possiblidade de inclusão do DEM na licença liderada pelo PSD poderá, contudo, causar certo constrangimento, já que a sigla exige participação na majoritária, o que poderá excluir o PSB de Marli Franchini da parceria com Clemente. O DEM não descarta, porém, participar do pleito com chapa pura ou, ainda, em outra coligação.

Já o Republicanos terá chapa pura na disputa, através do vereador Claudinho Frare e o Professor Rodrigo. O PSC também disputará o pleito com chapa pura, com Jean Piccoli e Dora Santos. O PT, por sua vez, não disputará a majoritária, mas participará do pleito com nove candidatos à vereança.

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Eleições 2020

Justiça impede fraude, legitima convenção e confirma aliança do PP com MDB e Solidariedade

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A Justiça Eleitoral confirmou a coligação do Partido Progressista (PP) com as siglas Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e Solidariedade para a disputa das eleições municipais majoritárias de 15 de novembro próximo, em Tangará da Serra.

A decisão do juízo da 19ª Zona Eleitoral de Tangará da Serra, através do juiz Angelo Judai Junior, é datada da última terça-feira (29) e legitima a chapa Wesley Lopes Torres (MDB) e Amauri Paulo Cervo (PP) para as eleições municipais pela coligação ‘Coragem para Seguir Mudando’.

Além de confirmar a coligação decidida em convenção e avalizar a chapa de Wesley e Amauri, a decisão da Justiça Eleitoral impediu uma fraude numa convenção partidária com vistas ao pleito municipal de novembro, numa tentativa encabeçada por membros da executiva estadual provisória do PP em combinação com o Partido Social Democrático, cujo candidato à majoritária em Tangará da Serra é Francisco Carlos Clemente.

Amauri e a vitória sobre a arbitrariedade: “Absurdos como estes não podem mais ter espaço na democracia”.

Para Amauri Paulo Cervo, que preside o PP em Tangará da Serra, a tentativa de fraude tinha por objetivo forçar o partido a aliar-se ao PSD de Clemente, junto com PSB, DEM e Patriotas. “Caiu por terra esta manobra. Absurdos como estes não podem mais ter espaço na democracia. Ora, se tentam cometer uma fraude numa convenção partidária, o que fariam se estivessem ocupando algum cargo público?”, questionou Amauri, agora legitimado pela Justiça como candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Wesley Lopes Torres.

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Fraude e truculência

No último dia 15, a executiva do PP realizava convenção para deliberar sobre a participação da sigla nas eleições municipais. De forma abrupta, dois homens – identificados como Eusébio Diniz (secretário executivo do PP estadual), e Vagner, também membro da executiva estadual provisória – chegaram ao local anunciando que a reunião teria de terminar e que seus atos seriam invalidados por ordem do diretório estadual da legenda.

Segundo relatos de pessoas presentes na ocasião, a dupla Eusébio e Vagner estava acompanhada do próprio Francisco Clemente e agiu de forma arrogante, ameaçadora e truculenta.

Contudo, logo após a homologação do que fora legalmente deliberado em convenção, Amauri Paulo Cervo e os membros da executiva local do PP se dirigiram à convenção do MDB onde selaram aliança para a disputa eleitoral.

Enquanto isso, após o episódio na convenção regular do PP, Euzébio e dissidentes do PP local, liderados pelo empresário Arivaldo Piva, simularam uma nova convenção para forçar a dissolução do diretório então presidido por Amauri Paulo Cervo e, assim, nomear uma nova executiva com documentos do dia 16 de setembro e data retroativa ao dia 01 do mesmo mês.

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A manobra, porém, foi flagrada pelo magistrado da Justiça Eleitoral. “(…) percebe-se que a segunda convenção, realizada no dia 16.09.2020, que optou por integrar coligação majoritária com PSD, PATRIOTA, PSB e DEM (coligação “Um governo solidário e mais saúde – PSD, PATRIOTA, PSB, DEM, PP”), foi conduzida por membros do PP que ainda não haviam sido nomeados pelo Diretório regional, que fez a indicação apenas às 23h13 da referida data, portanto depois da realização da mencionada convenção, mais precisamente 2 horas e 13 minutos após o início do ato. Além disso, a validação pela Seção de Registro e Controle de Diretório do TRE-MT só ocorreu no dia 17.09.2020. Não fosse o suficiente, não há, relativamente à segunda convenção, qualquer notícia ou informação sobre publicação do edital de convocação ou documento equivalente que indique a ciência aos demais filiados (…). Dessa forma, em análise sob juízo de rasa cognição, própria deste momento procedimental, há evidências de que o órgão partidário presidido pelo Senhor Amauri Paulo Cervo era o legitimado”, diz trecho da decisão. (Ver trecho do documento, abaixo)

(Fonte: Assessoria)

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