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Infraestrutura & Logística

Concessionária confirma obras de duplicação em novos trechos da BR-163

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Desde que assumiu, há um ano, o controle acionário da Nova Rota do Oeste, concessionária da BR-163 no Estado, o Governo de Mato Grosso está investindo mais de R$ 1,5 bilhão para melhorar a logística e garantir mais segurança para as pessoas que circulam pelas rodovias mato-grossenses.

O governador Mauro Mendes lembrou que a falta de duplicação na BR-163 causava não apenas prejuízos econômicos, mas também sociais. Segundo ele, com os novos investimentos, a meta é melhorar a logística e evitar que mais mortes aconteçam.

Nesse primeiro ano de concessão, o Governo entregou, em março deste ano, os primeiros 15 quilômetros da obra de duplicação da rodovia entre o Posto Gil, em Diamantino, e Nova Mutum.

O investimento total é de R$ 618 milhões de reais para a duplicação de 86 quilômetros.

No ato da entrega, em março deste ano, o Governo do Estado lançou a duplicação de mais 88 quilômetros de rodovia entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde.

O primeiro trecho da duplicação entre Diamantino a Nova Mutum conta com duas frentes de obras: uma concentrada no quilômetro 522 da BR-163 sentido Nova Mutum e outra no quilômetro 583 da rodovia, no sentido oposto, ou seja, para Diamantino.

No segundo pacote de obras, que prevê a duplicação entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, as equipes trabalham na limpeza do terreno e retirada de vegetação a partir do quilômetro 601, em Nova Mutum, com avanço sentido a Lucas.

Até o final de 2024, outros três projetos serão contratados para ampliação de capacidade da BR-163 no trecho de Lucas do Rio Verde a Sorriso, de Sorriso a Sinop e no segmento a partir de Sinop.

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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