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Com nova fase de crescimento no horizonte, Nova Olímpia conclui festividades dos 39 anos

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A programação em celebração aos 39 anos de emancipação político-administrativa foi encerrada com um ato cívico, que contou com a participação de escolas e fanfarras de Nova Olímpia.

A cerimônia aconteceu no pavilhão das bandeiras, localizado no paço municipal, e teve a presença do prefeito Ari Cândido Batista, da primeira-dama Silvia Batista, do vice-prefeito Eduardo Oliveira de Almeida, de sua esposa Jucilaine Vilarinho, do presidente da Câmara, Rímer de Oliveira, além dos vereadores Adelson Gomes, Luiz Henrique, Florisvaldo Lopes Fernandes, Silvano Gregório, Robinho da Saúde e Ronaldo Alencar, secretários de Governo e convidados.

Nova era de prosperidade

O município de Nova Olímpia tem uma economia estável, mas deverá experimentar uma nova era de prosperidade daqui para frente.

Com uma população de 16.352 habitantes (IGBE, 2022), o município conta com uma boa estrutura educacional e bons índices, com 95,7% de escolarização entre crianças de 06 a 14 anos. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é de 6,1 pontos nos anos iniciais (acima da média nacional) e 4,5 no ensino médio (meio ponto abaixo da média nacional).

A base da economia está na produção agropecuária, com destaque para as culturas de cana-de-açúcar, arroz, milho e feijão. A pecuária bovina de corte, cria e recria tem importante desempenho na região, com um rebanho de 90 mil cabeças.

Uisa, usina de produção de açúcar, etanol e energia.

Na indústria, a presença de uma grande planta de produção de álcool, açúcar e energia – Uisa (antiga Usinas Itamarati) – consiste no carro chefe.

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O Produto Interno Bruto (PIB), em seu valor total adicionado, foi calculado em R$ 732 milhões pelo IBGE na última medição do órgão, em 2021. Esse valor representa uma ampliação superior a 60% na economia do município no espaço de 10 anos (R$ 454 milhões em 2012).

Setor sucroenergético inclui uma vasta área de produção canavieira.

Já o PIB per capita foi mensurado em R$ 35.164,43 pelo IBGE em 2021, representando um crescimento de praticamente 40% em uma década (R$ 25.208,88 em 2012).

O município deverá registrar, a partir desse ano de 2025, uma nova fase de crescimento em razão da melhoria logística da região, agora com novas estradas pavimentadas, como a MT-343, que liga ao município de Cáceres e, ali, mantendo contado com a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e com a futura Hidrovia do Rio Paraguai (Tramo Norte).

Festividades

A solenidade final das comemorações de aniversário de Nova Olímpia reservou muitas atrações ao público. Escolas, fanfarras e diversos programas se apresentaram, abrilhantando o encerramento das festividades.

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Em seu discurso, o prefeito Ari Cândido Batista enalteceu os 39 anos de emancipação de Nova Olímpia e destacou a importância das parcerias para o sucesso das ações da gestão pública.
“Estou muito feliz com a participação de todos em nossas festividades. Agradeço a todos que contribuíram para tornar nossas comemorações momentos de alegria e confraternização. Também quero agradecer à Câmara de Vereadores pela presença e parceria. É assim que trabalhamos juntos pelo sucesso da gestão pública”, afirmou o gestor.

A solenidade foi encerrada com a premiação do concurso “Meu Doce Pedaço de Chão”, realizado pela Secretaria Municipal de Educação todos os anos, durante as comemorações do aniversário da cidade.

Após a cerimônia, a comitiva composta pelo prefeito e vereadores percorreu diferentes locais para o lançamento de obras na cidade. Entre elas destacam-se o lançamento da instalação de rede de energia elétrica para a construção de 100 unidades habitacionais, a construção do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e a pavimentação asfáltica de ruas no Bairro São João. Os investimentos visam melhorar a infraestrutura e a qualidade de vida da população local.

(Redação EB, com Assessoria)

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Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

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Os trabalhos voltados ao Diagnóstico Situacional e Social de Tangará da Serra terão nesta terça-feira (14) a quinta e última oficina antes do início da etapa de campo. A atividade será realizada ao longo de todo o dia, das 8h às 17h, com intervalo para almoço, no auditório da Delegacia Regional de Educação de Mato Grosso (DRE), na região central da cidade.

A iniciativa – que reúne os vários setores do poder público e da sociedade civil organizada – tem como objetivo levantar dados e evidências sobre a realidade dos segmentos mais vulneráveis da população, subsidiando a formulação de políticas públicas. Entre os públicos analisados estão crianças e adolescentes — incluindo o enfrentamento ao trabalho infantil —, meninas e mulheres em situação de risco, pessoas idosas, pessoas com deficiência e população em situação de rua.

Os trabalhos, com o tema “Do Diagnóstico à Ação: A necessidade de intervenções integradas”, são conduzidos pela equipe técnica da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão do Norte de Mato Grosso (FAEPEN), entidade vinculada à Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Sinop.

A oficina desta terça-feira terá como temática “Ferramentas Técnicas Aplicadas”, com conteúdo voltado à elaboração de diagnóstico social simplificado, construção de planos de ação orientados por evidências, além de monitoramento, avaliação e produção de pareceres e relatórios técnicos.

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Com a conclusão desta etapa, a equipe passará a se dedicar exclusivamente aos trabalhos de campo, que envolvem coleta de dados e levantamento detalhado das demandas e condições dos públicos atendidos.

Etapas anteriores

As quatro oficinas anteriores abordaram os seguintes temas: Vulnerabilidade Social e Desigualdades (15/12/2025), Dignidade da Pessoa Humana e Constituição Federal (10/02/2026), Indicadores Sociais e Diagnóstico para Políticas Públicas (10/03/2026) e Políticas Públicas e Controle Social (24/03/2026). Os dois últimos módulos, somados à oficina desta terça-feira, compõem a terceira fase do projeto.

Raimundo Nonato: “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo”.

Segundo o responsável técnico da equipe, Raimundo Nonato da Cunha França, a etapa metodológica está próxima da conclusão. “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo, e teremos uma etapa intensa de trabalho”, afirmou.

Execução e equipe

O estudo foi contratado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, com apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM) e anuência dos conselhos municipais. A coordenação está sob responsabilidade de Aparecida de Fátima Alves de Lima, tendo como responsável técnico o professor Raimundo Nonato da Cunha França.

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A equipe conta ainda com os especialistas Cláudia Pezzini, Carolina Tito Camarço e Josué Souza Gleriano.

Escopo e investimento

O levantamento abrange a análise das condições de vida de pessoas idosas, pessoas com deficiência, população em situação de rua, crianças e adolescentes e questões relacionadas à realidade de gênero.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Márcia Kiss, a base técnica é essencial para a definição de políticas públicas. “O diagnóstico permite superar a tomada de decisão baseada em suposições e direciona os investimentos para onde há maior necessidade”, destacou.

O projeto conta com investimento de R$ 385 mil, com recursos dos fundos municipais do Idoso (FUMID), da Criança e do Adolescente, além de aporte da Secretaria Municipal de Assistência Social e apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM). A execução está prevista para um período de 15 meses.

O que é o Diagnóstico Situacional

O Diagnóstico Situacional e Social é um instrumento de pesquisa que analisa de forma aprofundada a realidade de um território, reunindo dados sobre condições de vida, vulnerabilidades, potencialidades e demandas sociais.

A proposta é produzir um retrato detalhado — com informações demográficas, econômicas, culturais, ambientais e epidemiológicas — capaz de orientar ações e políticas públicas mais eficazes, com base em evidências. As próximas etapas incluem a identificação de necessidades prioritárias e o mapeamento de potencialidades e recursos existentes na comunidade.

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