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Eleições 2022

Câmara Federal: PL, UB e MDB dominam; PT fica fora; Tangará fica distante da representatividade

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As oito vagas de Mato Grosso na Câmara Federal deverão ter renovação significativa a partir de janeiro, na legislatura 2023-2026.

Ao final da apuração, três partidos dividirão a representatividade do estado na Câmara dos deputados. O PL, do presidente Jair Bolsonaro, garantiu quatro vagas,  e o União Brasil duas. O MDB assegurou as duas vagas restantes.

Detalhe importante é que a deputada Rosa Neide, do PT, não conseguiu a reeleição, apesar de ter conseguido a maior votação (124.638 votos). Dr. Leonardo (Republicanos), que representa a região, por Cáceres, também saiu derrotado. O bolsonarista Nelson Barbudo, também do PL, foi outro que caiu nestas eleições.

Quanto a Tangará da Serra, mais uma vez a falta de espírito associativo impediu a representatividade. Enquanto Amália Barros (PL), de Campo Novo do Parecis, salvou a representatividade regional, Dr. Leonardo, de Cáceres, fracassou. Os candidatos de Tangará da Serra mais votados foram Wagner Ramos (UB, com 12.457 votos) e Karen Rocha (PSB, com 10.834) foram os candidatos mais votados.

Veja provável composição da bancada de Mato Grosso em Brasília a partir de 2023:

Emanuelzinho (MDB)
Juarez (MDB)
Amália Barros (PL)
Medeiros (PL)
Abílio (PL)
Coronel Fernanda (PL)
Fábio Garcia (União Brasil)
Coronel Assis (União Brasil)

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Eleições 2022

Confirmado: PL pede no TSE anulação de votos de urnas de modelos anteriores a 2020

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Sob alegação de “desconformidades irreparáveis de mau funcionamento”, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, entraram com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo anulação de votos em modelos de urnas UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015 nas eleições de 2022.

O anúncio do protocolo da representação na Corte Eleitoral se deu em entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira (22), em Brasília, pelo presidente do PL e assessores (imagem reproduzida Youtube/CNN Brasil).

A representação é assinada pelo advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa, com citação de laudo técnico de auditoria feito pelo Instituto Voto Legal (IVL), contratado pelo PL. Na verificação, o IVL constatou “evidências contundentes de mau funcionamento de urnas eletrônicas”.

Os problemas apontados no relatório teriam sido registrados nos arquivos “logs de urna”, que configura “verdadeiro código de identificação da urna eletrônica”.

De acordo com a representação, “todas as urnas dos modelos de fabricação UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015 apontaram um número idêntico de LOG, quando, na verdade, deveriam apresentar um número individualizado de identificação”.

No teor da representação consta, também, que “apenas as urnas eletrônicas modelo UE2020 é que geraram arquivos LOG com o número correto do respectivo código de identificação (…) Nos arquivos que não contêm o código de identificação da urna eletrônica correto, é impossível correlacionar, univocamente, os dados ali registrados com os eventos realmente ocorridos no mundo fático, sejam eles votos ou intervenções humanas.”

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, ainda não se pronunciou sobre a representação. Mas, segundo informações extraoficiais, Moraes já teria determinado prazo de 24 horas para o PL entregar à Corte Eleitoral relatório completo da análise realizada pelo IVL.

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