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Saúde Pública

Cáceres registra segundo óbito por coronavírus em Mato Grosso; Em Tangará, 43% são descartados

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Ocorreu em Cáceres (região oeste) o segundo óbito por COVID-19 em Mato Grosso. Um idoso de 82 anos, diagnosticado com a doença na última segunda-feira (6), morreu na noite de ontem (quarta-feira, 08), em uma unidade de saúde local.

A confirmação do óbito foi feita pela advogada da família, Juliana Sales Pavini, que esclareceu ainda alguns boatos que estão circulando na cidade, de que a vítima teria sido infectada pelo filho, que é médico em São Paulo. A advogada esclareceu que a vítima e a esposa, de 79 anos, desembarcaram no Aeroporto Marechal Rondon na madrugada do dia 23 após uma viagem até Taboão da Serra (SP) para a realização de um tratamento de saúde e que, depois disso, foram de Uber até a Cáceres.

Depois disso, permaneceram em isolamento social até o dia 31 de março, quando apresentaram sintomas do coronavírus e avisaram a filha, que internou os pais na unidade de saúde. A filha do casal também está em isolamento e sendo monitorada.

A esposa da vítima segue bem e estável. “A família reitera a todos que qualquer informação de que seus pais vieram de ônibus para Cáceres, e que teriam contraído o vírus de seu filho, que é médico no estado de São Paulo, é inverídica. O momento é de muita dor para toda a família”, diz trecho do comunicado. (Com informações de Gazeta Digital)

Tangará da Serra

Em Tangará da Serra, 43% das notificações de casos suspeitos de infecção por coronavírus foram descartados. A informação consta em boletim divulgado hoje cedo pela Vigilância Epidemiológica do município.

De acordo com o boletim, dos 86 casos notificados, 37 foram descartados, enquanto outros 44 seguem em investigação. O município contabiliza 05 casos confirmados, com todos os pacientes sem internação e em isolamento domiciliar. (Veja quadro abaixo)

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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