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Circuito Rural

As previsões para as safras de milho e soja e os efeitos da chuva pós-queimadas são destaques

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USDA projeta diminuição na safra brasileira de milho. A previsão do departamento de agricultura norte-americano é de que o Brasil colha 126 milhões de toneladas de milho na safra 2025, um milhão a menos que a projeção da semana passada.

Já a CONAB é mais conservadora em sua previsão e, em seu quinto levantamento da safra de grãos, projeta um volume de 122 milhões de toneladas de milho, somando as três colheitas do ano. São três milhões a mais que o levantamento do mês passado. O motivo? O atraso na segunda safra de milho em Mato Grosso em razão das chuvas.

Outra pauta do Circuito Rural desta sexta-feira, é a combinação negativa para o solo mato-grossense com as chuvas torrenciais. O autor da coluna, jornalista Olmir Cividini, observa que depois das perdas da camada protetora do solo provocadas pelas queimadas, é a vez das chuvas causarem danos, com erosões e compactação do solo.

Nessa mesma edição do Circuito Rural, Cividini destaca as previsões para a safra da soja 2024/2025.

Olmir Cividini é Bacharel em Comunicação Social pelo Instituto Várzea-grandense de Educação. Seus comentários estão disponíveis no Enfoque Business sempre às sextas-feiras.

Ouça o comentário na íntegra, no áudio a seguir:

 

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Circuito Rural

Receitas em baixa, custos em alta: “Ansiedade no campo é proporcional ao tamanho do problema”

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O Circuito Rural desta sexta-feira (24) aborda um momento decisivo para a atual safra de soja. O autor da coluna, o jornalista Olmir Cividini, destaca que o próximo dia 30 será o “dia D” do agro, quando produtores deverão fechar as contas da safra de verão e encarar o resultado financeiro. “Neste ano, a ansiedade no campo está longe de ser exagero… ela é proporcional ao tamanho do problema”, observa.

Segundo Cividini, o cenário atual é um dos mais desafiadores das últimas duas décadas. De um lado, os preços das commodities seguem pressionados; de outro, os custos de produção continuam em alta. Itens como diesel, fertilizantes e insumos em geral têm pesado na planilha do produtor, enquanto o frete mais caro amplia ainda mais essa pressão.

Além disso, o crédito se tornou mais caro e restrito, com aumento nas exigências e garantias. Dados da Serasa indicam inadimplência acima de 8%. “Se o produtor não consegue honrar seus compromissos, o efeito dominó é inevitável”, alerta o colunista, ao mencionar também o crescimento dos pedidos de recuperação judicial no setor.

O cenário é considerado delicado não apenas para o agro, mas para a economia nacional, já que o setor responde por cerca de 30% do Produto Interno Bruto.

Leia matéria relacionada no link abaixo:

Frota encolhe e frete de grãos sobe em MT; custos em alta afetam competividade do agro

Clique abaixo e ouça o Circuito Rural na íntegra:

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