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Android: ‘Rogue’ é um novo malware que dá a hackers controle total sobre o celular

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Uma nova ameaça está à caça de usuários de celulares Android. Batizado de Rogue, o malware é uma ferramenta de administração remota (RAT, Remote Administration Tool) que dá a um hacker controle absoluto sobre o smartphone da vítima, o que torna muito fácil roubar dados pessoais que podem ser usados para fraude e extorsão, logins de redes sociais ou de sistemas de home banking.

Segundo um artigo da Check Point Research detalhando a origem da ameaça, o Rogue é a verdade a combinação de dois outros malware, chamados Cosmos e Hackshaw. Após infectar um aparelho, seja através de um app malicioso ou e-mail de phishing, a ameaça se registra como administrador do dispositivo e esconde seu ícone da lista de aplicativos para não chamar a atenção.

Através do malware, o hacker pode monitorar em tempo real a localização da vítima e ter total controle sobre o celular.

A partir daí um hacker, munido apenas de um smartphone comum, pode monitorar em tempo real a localização da vítima, usar a câmera para tirar fotos, gravar o áudio de chamadas, ler mensagens de notificação (especialmente as de apps como o Facebook, WhatsApp, Instagram, Telegram, Skype e Line), registrar tudo o que é digitado e muito mais. Tudo isso sem chamar a atenção.

O que mais preocupa os especialistas não é a capacidade técnica do Rogue, já que há muitos outros RATs no mercado com recursos similares, como o BRATa, mas o fato dele ser extremamente acessível. Ele é vendido por US$ 29,90 (cerca de R$ 160) em fóruns na Dark Web, e vem em um pacote “pronto para usar”. Isso dá mesmo aos criminosos com pouca habilidade técnica a capacidade de executar ataques sofisticados.

O que fazer?

Para se proteger contra o Rogue e outras ameaças no celular, valem as mesmas dicas de sempre: tenha sempre um antivírus para dispositivo móvel eficiente em seu aparelho (os melhores são os pagos); nunca instale apps de fontes desconhecidas, preste atenção às permissões que um aplicativo pede ao ser aberto e tenha um antivírus no celular. As informações que estão nele valem muito mais do que você imagina.

Em caso de constatação de invasão de seu celular, é fundamental o registro de um boletim de ocorrência na delegacia de polícia mais próxima.

(Fonte: Olhar Digital/ZDNet; Fotos: Destaknewsbrasil e Canaltech)

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Inovação para setor agroalimentar rende premiação a equipe mista de Tangará e Sinop

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“Conectando campos, eliminando desperdícios: Nenhum agricultor familiar sem mercado, nenhuma colheita perdida”. Esse é o slogan do projeto AGATA (Agente de Gestão e Apoio Tecnológico à Agricultura), desenvolvido por uma equipe mista de Sinop e Tangará da Serra e que conquistou o primeiro lugar da maratona tecnológica HackaMT, realizada entre os dias 16, 17 e 18 de maio, no Sindicato Rural de Tangará da Serra.

O triunfo garantiu à equipe vencedora cinco bolsas de desenvolvimento tecnológico, totalizando R$ 91,2 mil em investimentos do Governo do Estado via Fapemat. O prêmio reconhece o potencial da solução em fortalecer o setor agroalimentar da região através da tecnologia.

HackaMT foi realizado no Sindicato Rural de Tangará da Serra, entre os dias 16, 17 e 18 de maio.

Os autores do AGATA são Rui Manuel Pardal Ribeiro, Jhonny Limberger Dinarte, Ueslei Pontarolo Lidoino e Kiara Baco Anhõn – Unemat campus Sinop, egresso da Fasipe Sinop, egresso da Anhanguera -, e Sergio Barbosa Ramos e Ronimarcos Passarello, da ETEC de Tangará da Serra.

AGATA: Agente de Gestão e Apoio Tecnológico à Agricultura

O projeto AGATA representa uma abordagem prática para um problema recorrente no setor agrícola familiar. A solução funciona como uma agente virtual via WhatsApp que utiliza inteligência artificial generativa para coletar e organizar dados de agricultores familiares.

O sistema facilita o registro de produtos não vendidos nas feiras, comunica ofertas em tempo real e disponibiliza essas informações em uma plataforma web acessível para prefeituras e a CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento).

“A FamilyAgro, através da AGATA, resolve este problema criando um canal direto entre produção e demanda, usando uma tecnologia já familiar aos agricultores: o WhatsApp”, explicam os desenvolvedores do projeto.

Durante os três dias de evento, os participantes desenvolveram ideias, protótipos e projetos inovadores focados na colaboração com o fortalecimento do setor agroalimentar regional. A iniciativa faz parte das ações da Seciteci e parceiros para fomentar a inovação e impulsionar soluções tecnológicas para os desafios do setor público local.

O projeto AGATA se destaca por sua capacidade de integrar tecnologias avançadas de inteligência artificial com ferramentas de comunicação amplamente utilizadas pelos agricultores familiares, criando uma ponte eficiente entre a produção rural e as demandas do mercado institucional.

Histórico de conquistas

Porém, a vitória obtida com a presença de dois tangaraenses não representa apenas uma grata revelação de jovens talentosos para a busca de soluções para problemas complexos do dia-a-dia. Evidencia, também, o DNA vencedor de uma instituição que forma profissionais qualificados e mão de obra especializada: a Escola Técnica Estadual (ETEC) de Tangará da Serra, vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação.

A ETEC é uma vencedora nata. Antes disso, em 2016, iniciou a senda para uma tríplice coroa com o trabalho elaborado por alunos do curso Técnico em Logística daquela época, através de um trabalho voltado à produção de sabão a partir de mamão verde.

Projeto vencedor relacionado ao lixo eletrônico, de 2017, deu origem ao programa RECYTEC, do governo do Estado.

No ano seguinte, em 2017, o trabalho vencedor foi “Gestão do Lixo Eletrônico: Seu Lixo Eletrônico Tem Endereço”, da turma do curso Técnico em Manutenção e Suporte em Informática. O projeto deu origem ao programa RECYTEC, do governo do Estado, que visa promover o recondicionamento, reciclagem, remanufaturamento para montagem de novos computadores com os componentes recuperados. Os componentes considerados inservíveis são encaminhados para reciclagem. Já os computadores produzidos são entregues para entidades assistenciais, escolas, associações e outros que eventualmente necessitarem.

Em 2018 veio o “tri”, na 15ª Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI), vencida pela turma do curso Técnico em Meio Ambiente, sob o título de “Reciclagem de Papel nas Instituições Públicas”.

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