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Eleições 2022

Amália Barros, de Campo Novo do Parecis, surpreende e representará região em Brasília

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A região polarizada por Tangará da Serra conseguiu quebrar um tabu na representatividade política na esfera federal. Amália Barros, que disputou as eleições para deputada federal pelo PL, teve êxito e se elegeu entre os oito representantes da bancada de Mato Grosso em Brasília. Na foto acima, Amália Barros aparece ao lado da Primeira Dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, com quem nutre estreita amizade.

Moradora de Campo Novo do Parecis, Amália escolheu a região noroeste do estado para intensificar a campanha na reta final. Ela trabalhou intensamente em Sapezal, no distrito de Marechal Rondon, em Campo Novo, Colniza, Juruena, Juína, Cotriguaçú, Castanheira e Aripuanã.

Amália Barros prometeu e cumpriu, sendo a grande surpresa nas eleições deste ano em Mato Grosso. Teve apoio declarado do presidente Jair Bolsonaro e da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Renovação

As oito vagas de Mato Grosso na Câmara Federal tiveram, nestas eleições, renovação significativa – 62,5% – para a legislatura 2023-2026. São cinco novos deputados.

Três partidos dividirão a representatividade do estado na Câmara dos deputados. O PL, do presidente Jair Bolsonaro, garantiu quatro vagas e o União Brasil duas. O MDB assegurou as duas vagas restantes.

Detalhe importante é que a deputada Rosa Neide, do PT, não conseguiu a reeleição, apesar de ter conseguido a maior votação (124.638 votos).

Composição da bancada de Mato Grosso em Brasília a partir de 2023 (‘*’ para reeleitos):

  • (*) Emanuelzinho (MDB)
  • (*) Juarez Costa (MDB)
  • Amália Barros (PL)
  • (*) José Medeiros (PL)
  • Abílio (PL)
  • Coronel Fernanda (PL)
  • Fábio Garcia (União Brasil)
  • Coronel Assis (União Brasil)

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Eleições 2022

Confirmado: PL pede no TSE anulação de votos de urnas de modelos anteriores a 2020

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Sob alegação de “desconformidades irreparáveis de mau funcionamento”, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, entraram com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo anulação de votos em modelos de urnas UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015 nas eleições de 2022.

O anúncio do protocolo da representação na Corte Eleitoral se deu em entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira (22), em Brasília, pelo presidente do PL e assessores (imagem reproduzida Youtube/CNN Brasil).

A representação é assinada pelo advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa, com citação de laudo técnico de auditoria feito pelo Instituto Voto Legal (IVL), contratado pelo PL. Na verificação, o IVL constatou “evidências contundentes de mau funcionamento de urnas eletrônicas”.

Os problemas apontados no relatório teriam sido registrados nos arquivos “logs de urna”, que configura “verdadeiro código de identificação da urna eletrônica”.

De acordo com a representação, “todas as urnas dos modelos de fabricação UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015 apontaram um número idêntico de LOG, quando, na verdade, deveriam apresentar um número individualizado de identificação”.

No teor da representação consta, também, que “apenas as urnas eletrônicas modelo UE2020 é que geraram arquivos LOG com o número correto do respectivo código de identificação (…) Nos arquivos que não contêm o código de identificação da urna eletrônica correto, é impossível correlacionar, univocamente, os dados ali registrados com os eventos realmente ocorridos no mundo fático, sejam eles votos ou intervenções humanas.”

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, ainda não se pronunciou sobre a representação. Mas, segundo informações extraoficiais, Moraes já teria determinado prazo de 24 horas para o PL entregar à Corte Eleitoral relatório completo da análise realizada pelo IVL.

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