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Eleições 2022

ALMT: Com Dr. João, Tangará da Serra mantém vaga; MDB, PSB e UB dominam disputa

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Mais uma vez Tangará da Serra manteve, num pleito eleitoral, sua representatividade em condição mínima na esfera estadual de poder em Mato Grosso. O emedebista Doutor João (foto acima) segurou a única representação do quinto maior município do estado na Assembleia Legislativa.

Os resultados das eleições proporcionais estão no módulo exclusivo de apuração em tempo real do Enfoque Business, no link (https://enfoquebusiness.com.br/apuracao-eleicoes-2022/). Nesta segunda-feira (03.10), o EB traz maiores detalhes do pleito desse domingo.

Doutor João se reelegeu como deputado estadual com quase 25 mil votos (24.939), cerca de seis mil votos a mais que da sua primeira vitória, nas eleições de 2018.

Reck Junior, do PSD, de quem se esperava ao menos 20 mil votos, ficou no patamar dos 13 mil, apesar do volume significativo de sua campanha e do número de aliados. É provável que seu insucesso esteja relacionado à sua própria agremiação, cujo presidente estadual – senador Carlos Fávaro – assumiu a coordenação da campanha do ex-presidente Lula, do PT, mofado indivíduo ligado a escândalos de corrupção jamais vistos “nunca antes na história desse País”.

Davi Oliveira, do PSB, e Edilson Sampaio, do Republicanos, foram a grata surpresa do pleito e poderão significar, no próximo pleito proporcional estadual, a chance de uma representação mais efetiva do município.

Composição

A próxima composição da Assembleia Legislativa de Mato Grosso será dominada por três partidos: MDB, União Brasil e PSB, com metade ou mais das 24 vagas disponíveis. PSD, PT, PL e a confederação PSDB/Cidadania, além do Republicanos, completarão as 24 cadeiras do parlamento estadual.

Os destaques ficam por conta de Janaína Riva (do MDB, a mais votada), Max Russi (PSB), Eduardo Botelho (UB), Nininho (PSD), Lúdio Cabral (PT) e Gilberto Catani (PL). Entre estes, a menor votação ficou com o candidato do PL, com 44.705 votos.

Vale lembrar do ex-governador, ex-senador e ex-deputado federal Júlio Campos (UB) que, com mais de 33 mil votos, mantém-se na estirpe política mato-grossense praticamente garantindo uma vaga entre os eleitos à ALMT.

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Eleições 2022

Confirmado: PL pede no TSE anulação de votos de urnas de modelos anteriores a 2020

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Sob alegação de “desconformidades irreparáveis de mau funcionamento”, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, entraram com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo anulação de votos em modelos de urnas UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015 nas eleições de 2022.

O anúncio do protocolo da representação na Corte Eleitoral se deu em entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira (22), em Brasília, pelo presidente do PL e assessores (imagem reproduzida Youtube/CNN Brasil).

A representação é assinada pelo advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa, com citação de laudo técnico de auditoria feito pelo Instituto Voto Legal (IVL), contratado pelo PL. Na verificação, o IVL constatou “evidências contundentes de mau funcionamento de urnas eletrônicas”.

Os problemas apontados no relatório teriam sido registrados nos arquivos “logs de urna”, que configura “verdadeiro código de identificação da urna eletrônica”.

De acordo com a representação, “todas as urnas dos modelos de fabricação UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015 apontaram um número idêntico de LOG, quando, na verdade, deveriam apresentar um número individualizado de identificação”.

No teor da representação consta, também, que “apenas as urnas eletrônicas modelo UE2020 é que geraram arquivos LOG com o número correto do respectivo código de identificação (…) Nos arquivos que não contêm o código de identificação da urna eletrônica correto, é impossível correlacionar, univocamente, os dados ali registrados com os eventos realmente ocorridos no mundo fático, sejam eles votos ou intervenções humanas.”

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, ainda não se pronunciou sobre a representação. Mas, segundo informações extraoficiais, Moraes já teria determinado prazo de 24 horas para o PL entregar à Corte Eleitoral relatório completo da análise realizada pelo IVL.

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