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Infraestrutura & Logística

Agenda Cáceres: Obras civis e demandas administrativas integram o status do sistema logístico oeste-sudoeste

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Uma estrada a pavimentar, outra estrada em pavimentação, obras estruturais em andamento na ZPE, audiências públicas, demandas administrativas… O sistema logístico que integra as unidades portuárias fluviais de Cáceres e as rodovias MTs-339 e 343 demandarão um bom tempo para funcionar como previsto.

Porém, os trabalhos avançam. Tudo isso será relatado através de reportagem em série a ser publicada pelo Enfoque Business a partir desta quarta-feira (05.08). O portal integrou a “Agenda Cáceres – Agosto 2020”, que percorreu todo o trajeto MT-339/Cáceres/MT-343/Tangará da Serra desde as primeiras horas da manhã da última segunda-feira até a noite de ontem (terça, 04).

MT-339: Importante via de interligação com a região de Cáceres aguarda governo para retomada das obras de pavimentação.

O objetivo foi levantar informações para produzir um relatório técnico e uma reportagem em série sobre o andamento dos trabalhos no Porto de Cáceres, as obras da ZPE e as situações em que se encontram as rodovias estaduais MT-339 e MT-343. O relatório e a reportagem em série serão elaborados pelos engenheiros civis Adílson Reis e Silvio Tupinambá, pelo cientista de dados José Valdeci Cardoso e pelo jornalista Sergio Roberto Reichert.

Leia mais:  Mauro Mendes promete retomada das operações do Porto de Cáceres no primeiro semestre

Vale destacar o apoio da empresa União Escritório Contábil, do empresário José Osmar Jorge Vicente, que forneceu as camisas personalizadas da Agenda Cáceres.

Agenda

Vista às obras da ZPE de Cáceres: Estrutura administrativa em andamento.

Em Cáceres, a agenda foi extensa e incluiu audiências com o prefeito de Cáceres, Francis Maris, e com o comando da Agência Fluvial da Marinha que tem base no município. Também houve reuniões com a assessoria do deputado estadual Valmir Moretto, com o diretor de Desenvolvimento da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT), Júlio Parreira, e com o representante do Grupo Centro-Oeste, Claudio Padilha, que conduz o processo de implantação de outra unidade portuária no rio Paraguai, o Porto de Paratudal.

Audiência com o prefeito de Cáceres, Francis Maris, concluindo o primeiro dia da Agenda.

Sobre o Terminal Hidroviário de Cáceres (primeira foto), administrado pela Associação Pró-Hidrovia (APH), está operacional, totalmente reformado e pronto para iniciar suas operações. Antes, porém, algumas demandas administrativas precisam ser cumpridas, entre elas a análise pela Marinha do Requerimento de Autorização de Instalação Portuária, protocolado ontem e presenciado pela Agenda Cáceres.

Grupo é recepcionado pelo Comando da Agência Fluvial da Marinha do Brasil, em Cáceres.

Já a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) está com suas obras estruturais em andamento, começando pelas instalações administrativas. A ZPE de Cáceres resultará em grandes benefícios socioeconômicos para a macrorregião oeste/sudoeste.

MT-343, entre Cáceres e Barra do Bugres: Obras de pavimentação em andamento.

Quanto às rodovias estaduais MT-339 e MT-343, as situações são diferentes. Enquanto a MT-339 aguarda a o governo do Estado para a retomada das obras de pavimentação, a MT-343 está em obras. As duas rodovias são integram o sistema logístico oeste-sudoeste, sendo importantes vias de interligação entre as regiões de Cáceres, Tangará da Serra e Barra do Bugres.

Leia mais:  Modal hidroviário será tema de evento do DNIT, na FIEMT, a partir de quinta-feira

Ainda hoje, o Enfoque Business começa a publicar as matérias sobre a Agenda Cáceres.

Empresário José Osmar, do União Escritório Contábil, apoia a iniciativa.

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Infraestrutura & Logística

BR-163: Freitas promete duplicação até Sinop e contrato da Fico assinado em novembro

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A duplicação da BR-163, importante rodovia para escoamento de produtos agrícolas de Mato Grosso, vai ser completada até 2021 entre Rondonópolis e Cuiabá, e deverá ser realizada em algum momento também até Sinop, ao norte do Estado, disse o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas, nesta sexta-feira.

“Sei que a 163 é uma necessidade, e aí quero dizer que até o ano que vem vamos terminar a duplicação de Rondonópolis até Cuiabá, fazendo os contornos que estão faltando”, disse o ministro, em evento com o presidente Jair Bolsonaro, em Sinop.

Tarcísio: “MT não será somente o maior produtor de alimentos do Brasil, mas também terá o maior entroncamento de ferrovias do país”.

O ministro também falou em dar uma “solução para a Rota do Oeste muito em breve”. Mas não entrou em detalhes, na referência à concessionária da rodovia, em seu discurso.

“Vamos ter uma nova realidade, um novo contrato, e essas obras acontecerão. Sabemos que tem que duplicar até Sinop, e ela vai ser duplicada. Não é só a 163, é a 242, 158, 174 e 364, e vamos ver isso acontecendo”, declarou ele, ressaltando que o governo se preocupa com a infraestrutura para tornar o Brasil também eficiente da “porteira para fora”.

Com a conclusão de pavimentação de um trecho da BR-163, no Pará, o custo do frete rodoviário caiu mais de 15% para escoar a segunda safra de milho deste ano, conforme dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), uma indicação dos benefícios que as melhores condições das estradas podem trazer para o produtor rural.

Ferrovias

Segundo o ministro, o Mato Grosso não será somente o maior produtor de alimentos do Brasil, mas também terá o maior entroncamento de ferrovias do país.

Ele afirmou que a Ferrogrão sairá de Lucas do Rio Verde, enquanto a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico) também passará pelo município, situado em uma das principais regiões agropecuária do país, no meio do Estado.

Segundo ele, o contrato para viabilizar a Fico vai ser assinado em novembro.

“A primeira perna (da Fico) já estará em obras no ano que vem, de Água Boa até Mara Rosa em Goiás, ligando o Vale do Araguaia à ferrovia Norte-Sul. Depois ela vai se estender até Lucas… ela vai se tornar uma realidade. Estou impressionado com o apetite dos investidores, que acreditam aqui, não só no Mato Grosso, na capacidade das pessoas que estão aqui…”, afirmou.

No caso da Ferrogrão, o projeto original indicava início da estrada de ferro em Sinop –e não em Lucas do Rio Verde–, ligando a região produtora até o porto fluvial de Miritituba, no Pará, de onde saem barcaças com grãos até os portos do Amazonas, para serem carregados em navios graneleiros que avançam pelo Oceano Atlântico.

O trajeto da Ferrogrão é paralelo à BR-163, em direção ao norte, e servirá para aliviar o fluxo de caminhões na importante rodovia.

(Por Roberto Samora/Reuters)

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