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Adultização de crianças em redes sociais tema de roda de conversa na FAEST, dia 20

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No próximo dia 20 de agosto, a FAEST (Faculdade de Educação Superior de Tangará da Serra) sediará uma roda de conversa sobre um tema cada vez mais relevante na sociedade contemporânea e que eclodiu em forma de denúncia na Câmara dos Deputados: a “Adultização de Crianças em Redes Sociais”.

O evento será realizado na quadra da FAEST, às 19h30, e visa discutir os impactos psicossociais, educacionais e legais da exposição precoce de crianças a conteúdos e comportamentos adultos nas plataformas digitais.

A mediação do encontro ficará a cargo da Professora Mestra Daniela Patricia Pereira dos Santos, que contará com a presença de diversos especialistas e autoridades no tema. Entre os convidados confirmados, estão o Professor Sebastian Ramos, representante do Poder Legislativo e vereador de Tangará da Serra; Simony Medeiros, representante do Poder Executivo e do Selo UNICEF no município; a Promotora de Justiça Dra. Laís Liane, da Promotoria de Justiça de Tangará da Serra; e a Profª Andrea Eliza Porfiro, docente da FAEST nos cursos de Pedagogia e Psicologia.

Debate em Tangará da Serra acontece logo após denúncia na Câmara dos Deputados que repercutiu fortemente no Brasil.

O debate ocorrerá logo após denúncia na Câmara dos Deputados. Um dos casos denunciados é de Hytalo Santos. Com mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais, Santos mostrava, em seu canal, adolescentes que ele chamava de “turma do Hytalo” e “filhos” fazendo danças sensuais, além de outros contextos com conotações sexuais.

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O perfil de Hytalo, que já era alvo de investigação do Ministério Público da Paraíba desde 2024, foi derrubado do Instagram e do TikTok após o vídeo de Felca viralizar.

Diante disso, o encontro em Tangará da Serra tem como principal objetivo promover a reflexão sobre os efeitos da “adultização” das crianças nas redes sociais, abordando as consequências dessa exposição em áreas como saúde mental, educação e a legislação vigente.

Além disso, será discutido como o Legislativo, o Executivo, o Ministério Público e a Academia podem trabalhar de forma intersetorial para prevenir, identificar e combater esse fenômeno que afeta as gerações mais novas.

Roda de conversa promovida pela FAEST é uma oportunidade única para dialogar sobre os desafios e caminhos possíveis diante do crescente uso das redes sociais e seus reflexos na sociedade.

O evento também se propõe a oferecer subsídios práticos para a atuação dos docentes, com a construção de protocolos institucionais voltados para o cuidado das crianças e o encaminhamento de situações de risco.

A comunidade, composta por professores, acadêmicos e convidados, será chamada a fortalecer o debate e a promover uma cultura de proteção da infância, destacando a importância do uso responsável das tecnologias.

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A roda de conversa promovida pela FAEST é uma oportunidade única para dialogar sobre os desafios e caminhos possíveis diante do crescente uso das redes sociais e seus reflexos na sociedade.

#adultização de crianças em redes sociais; #denúncia na câmara; #combate à pedofilia

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Uso de bicicletas elétricas e despreparo de condutores acendem alerta no trânsito

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O crescimento do uso de bicicletas elétricas nas cidades tem levantado preocupações entre os poderes e autoridades de segurança pública de Tangará da Serra. A ausência de regulamentação específica e o comportamento de parte dos condutores representam riscos de acidentes, tanto para quem utiliza esse tipo de veículo quanto para outros usuários das vias.

Entre as principais irregularidades observadas estão a condução por pessoas sem qualquer tipo de habilitação ou preparo técnico, o desrespeito às normas de trânsito — como circulação na contramão, avanço de sinal vermelho e uso indevido de faixas de pedestres —, além da falta de equipamentos de segurança. Também há registros de transporte de crianças sem proteção adequada.

Diante desse cenário, especialistas defendem a criação de legislações municipais que estabeleçam regras claras para a circulação de bicicletas elétricas, incluindo exigências de segurança e critérios de uso, como forma de reduzir acidentes e organizar o trânsito da cidade.

Fatalidade recente

Um caso recente em Tangará da Serra reforça o alerta. Uma jovem de 21 anos morreu na tarde de quarta-feira (29) em decorrência de um acidente envolvendo uma motocicleta de alta cilindrada e uma bicicleta elétrica, na avenida Ismael José do Nascimento, uma das mais movimentadas da cidade.

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A vítima seguia pela via quando houve uma colisão traseira com a bicicleta elétrica, que trafegava no mesmo sentido. Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento do acidente.

Acidente envolvendo bicicleta elétrica resultou em acidente fatal na última quarta-feira, 29. (Foto: Reprodução Serra FM, redes sociais)

Com o impacto, a jovem foi arremessada contra um poste. Ela chegou a ser socorrida, mas veio a óbito pouco após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A condutora da bicicleta elétrica também caiu e foi encaminhada com ferimentos ao hospital pelo Corpo de Bombeiros.

Alerta

O caso recente do acidente com vítima fatal evidencia a necessidade de maior atenção ao uso de bicicletas elétricas e reforça o debate sobre a regulamentação e a conscientização no trânsito, em um contexto de rápida expansão desse meio de transporte nas cidades.

Para o comandante do 19º Batalhão de Polícia Militar de Tangará da Serra, Tenente Coronel PM Eduardo Henrique Lana, é urgente a necessidade de regulamentação por parte do município, a fim de possibilitar que as forças de segurança realizem a devida fiscalização desses veículos e de seus condutores, bem como responsabilizem aqueles que estiverem em desconformidade com a legislação.

“Qualquer veículo, quando utilizado de forma inadequada, pode se tornar uma arma nas mãos de quem não possui a devida perícia”, observa o comandante.

Ausência de regulamentação e comportamento dos condutores representam riscos de acidentes, tanto para quem utiliza esse tipo de veículo quanto para outros usuários das vias.

O oficial destaca, ainda, que outro ponto que chama atenção é a conduta de alguns pais ou responsáveis, que estão disponibilizando esses veículos a menores de idade. “Não raramente, observa-se até mesmo crianças conduzindo motocicletas elétricas, sem o uso de equipamentos obrigatórios e, principalmente, sem qualquer preparo ou conhecimento para tal prática”, pontua.

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Regulamentação

A Resolução 996/2023 do CONTRAN (atualizada em 2026) regulamenta o uso de bicicletas elétricas no Brasil. Esses equipamentos são dotados de sistema de pedal assistido (o motor só funciona quando se pedala). Se forem enquadrados em até 1.000W e velocidade não superior a 32 km/h, não precisam de emplacamento e não há exigência de carteira nacional de habilitação para seus condutores.

Devem circular em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. Já nas vias de trânsito, devem circular no mesmo sentido dos carros, de preferência no canto. O descumprimento das regras, especialmente a condução de ciclomotores (que parecem bicicletas) sem CNH e placa, pode resultar em apreensão do veículo e multas.

Segundo informações apuradas pela redação, o Executivo Municipal já teria uma proposta para regulamentar o uso de bicicletas elétricas no trânsito de Tangará da Serra. A matéria, se de fato tiver prosseguimento, terá de passar pela Câmara de Vereadores.

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