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Saúde Pública

Covid-19: Com mais de 3,2 mil casos, Tangará da Serra tem média acima de 80 casos diários e 85% de ocupação das UTIs

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A pandemia do novo coronavírus registrou um pico acima dos 3.200 casos de contaminação neste final de semana. Segundo painel epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), Tangará da Serra soma 3.222 casos de COVID-19 desde o primeiro registro da doença, em 01 de abril deste ano.

Com este número, Tangará da Serra é o sétimo município mais afetado pela pandemia no estado. Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (15.136), Várzea Grande (5.862), Rondonópolis (4.735), Sinop (4.609), Lucas do Rio Verde (3.737), Sorriso (3.677), Tangará da Serra (3.222), Primavera do Leste (2.307), Nova Mutum (1.674) e Campo Novo do Parecis (1.422).

(Veja, ao final do texto, link com painel epidemiológico de 16/08 emitido pela SES-MT nesse domingo)

Do total de casos em Tangará da Serra, 89% dos pacientes evoluíram para cura clínica, perfazendo 2.874 recuperados. Os óbitos somam 42, num índice de letalidade de 1,3%.

Um fator que preocupa é a taxa de ocupação dos leitos de UTI do Hospital Municipal, que chega a 84,6%. Ou seja, dos 13 leitos públicos de UTI, 11 estão ocupados. Ao mesmo tempo, dos 12 leitos de UTI privados, oito estão ocupados, o que representa uma taxa de ocupação de 67%. Entre os dias 09 e 14, a média de novos casos registrados foi de 81.

Outros 16 pacientes estão internados em enfermaria pública, o que representa uma taxa de ocupação de 33% do total de 49 leitos de enfermaria disponíveis no Hospital Municipal.

Toque de recolher

Os números da pandemia fizeram o município – através do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus – a deliberar pela retomada do toque de recolher entre às 22hs e 06hs da manhã do dia seguinte, conforme decreto municipal 363/2020, de 14 de agosto (sexta-feira).

Estado

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste domingo (16.08), 73.115 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 2.377 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram registradas 324 novas confirmações de coronavírus no Estado. Dos 73.115 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 19.775 estão em monitoramento e 50.963 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 283 internações em UTIs públicas e 287 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 73,09% para UTIs adulto e em 32,47% para enfermarias adulto.

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos de coronavírus em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo Covid-19, disponível no link ao final da matéria.

Os dados ainda apontam que um total de 67.145 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 931 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Neste domingo, o Governo Federal confirmou 3.340.197 casos da Covid-19 no Brasil e 107.852 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 107.232 óbitos e 3.317.096 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

(Veja no link abaixo painel epidemiológico de 16/08 emitido pela SES-MT nesse domingo)

http://www.saude.mt.gov.br/upload/noticia/1/arquivo/160820182937-SES-MT-A-indicasus-painel-novo-16-08-2020.pdf

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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