TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Economia & Mercado

Presidente do BC vê recuperação da economia “acelerada” e diz que pior da crise já passou

Publicado em

O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Netto (foto), afirmou ontem (segunda, 06) que a economia brasileira iniciou um processo de retomada em ritmo mais acelerado do que o esperado. “Essa primeira fase da recuperação tem sido em V”, destacou.

“Os dados corroboram com a visão de que o pior já ficou para trás e a gente vai ter um crescimento. Esse início da volta ao crescimento tem sido de uma forma até relativamente acelerada”, avaliou ele. Entre os dados citados pelo presidente do BC, aparecem os recordes da balança comercial, o aumento da arrecadação, a alta do consumo de energia e o maior fluxo financeiro.

Para Campos Netto, o pior momento da crise causada pela pandemia do novo coronavírus já passou. “O pior ocorreu nas duas últimas semanas de abril e depois na primeira de maio. Os dados de junho estão relativamente fortes”, pontuou o presidente do BC.

Ele conta que o banco se antecipou ao movimento desde o surgimento do coronavírus na China. “O Banco Central do Brasil foi o primeiro do mundo a fazer um grande movimento de liberação de compulsórios já na primeira semana de março, antecipando que teríamos um problema mais prolongado”, disse.

Ele conta que o banco se antecipou ao movimento desde o surgimento do coronavírus na China. “O Banco Central do Brasil foi o primeiro do mundo a fazer um grande movimento de liberação de compulsórios já na primeira semana de março, antecipando que teríamos um problema mais prolongado”, disse.

Comentários Facebook
Advertisement

Economia & Mercado

Ritual que vale milhões: MT amplia venda de carne bovina halal para países muçulmanos

Published

on

Para conquistar novos mercados e ampliar sua presença no comércio internacional, frigoríficos de Mato Grosso têm intensificado os investimentos no abate halal de carne bovina, método exigido por países muçulmanos para a importação da proteína. No Brasil, 145 plantas frigoríficas possuem certificação halal, sendo 32 no estado, segundo a Fambras Halal, a maior certificadora de produtos halal da América Latina.

Halal significa permitido e, para que o processo seja certificado, é necessário seguir uma série de critérios rigorosos. Primeiro os bovinos vivos são inspecionados para garantir que estão saudáveis e o manejo é realizado de forma calma para não estressar o animal.

Depois, um profissional muçulmano treinado e certificado realiza o ritual do Zabihah, que é o abate halal, o degolador abate o animal com um corte único, profundo e rápido na região do pescoço, sendo feita a invocação do nome de Allah nesse processo. Outro procedimento é suspender a carcaça para que o sangue escoe completamente por gravidade.

Cada carcaça é então identificada, rastreada e recebe o selo halal. A carne certificada fica armazenada em local separado, para não haver nenhum tipo de contaminação cruzada e garantir a integridade do produto conforme as normas religiosas.

Em Mato Grosso, os 29 frigoríficos certificados para abate halal estão distribuídos em 22 municípios, entre eles Várzea Grande, Rondonópolis, Tangará da Serra, Sinop, Água Boa, Alta Floresta, Diamantino, Confresa, Juruena, Juara e Colíder.

Entre os principais destinos da carne bovina mato-grossense que exigem o abate halal estão mercados estratégicos como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Indonésia, Malásia, Singapura, Egito, Argélia e Turquia. O consumo mais comum da proteína bovina nesses países é feito de forma grelhada, cozida ou ensopada.

Para Mato Grosso, que detém o maior rebanho bovino do Brasil, ampliar espaço no mercado muçulmano representa grandes oportunidades de negócio. Isso porque a certificação halal agrega valor ao produto, amplia o acesso a mercados premium e fortalece a competitividade da carne mato-grossense no cenário global.

“O mercado halal é estratégico e vem crescendo de forma consistente. Mato Grosso tem trabalhado para ampliar sua presença nesses países, garantindo não só volume, mas qualidade e conformidade com as exigências internacionais. Isso abre portas e aumenta a rentabilidade de toda a cadeia produtiva”, destaca o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

(Thalyta Amaral – Assessoria)

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana