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Saúde Pública

Covid-19: Dois novos óbitos elevam taxa de letalidade para 1,27% em Tangará da Serra; Índice de cura se mantém em 80%

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Subiu para 1,27% a taxa de letalidade da pandemia do novo coronavírus em Tangará da Serra. A alta no índice se deve à confirmação de dois novos óbitos – 05, no total – apontados pelo boletim epidemiológico do município, divulgado nesta terça-feira. Até ontem (segunda, 22), a taxa de letalidade no município era de 0,8%.

Veja quadro completo ao final da matéria.

Segundo o monitoramento, os casos confirmados somam 394 desde o primeiro caso registrado no município, em 01 de abril. São 271 casos confirmados pelo Laboratório Central (Lacen-MT) e 123 através de testagem rápida/sorologia. Seguem em monitoramento 65 pacientes em isolamento domiciliar. Outros cinco estão internados em enfermaria pública, dois em UTI pública e um em UTI privada. Há, ainda, dois casos suspeitos com pacientes internados em enfermaria.

O novo número de casos confirmados revela uma elevação drástica da curva da pandemia no município neste mês de junho. Dos 394 casos, 316 (84%) foram registrados neste mês, perfazendo uma média próxima a 14 (13,7) novos casos diários.

Recuperados

Um fato positivo é que o índice de recuperação de pacientes com Covid-19 tem se mantido em nível elevado em Tangará da Serra. Das 394 pessoas que contraíram o vírus no município, 316 evoluíram para cura clínica. O número mostra que 80% dos pacientes acometidos venceram a Covid-19.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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