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Saúde Pública

COVID-19: Teich muda o tom sobre flexibilização do isolamento; Moléstia avança 7% no país

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O ministro da Saúde, Nelson Teich, demonstrou preocupação com os números da pandemia no Brasil. Ele esteve reunido hoje com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada para tratar do enfrentamento da doença que nesta sexta-feira mostrou úmeros que passam dos 91 mil infectados e dos 6 mil mortos.

O ministro não falou com a imprensa após a reunião. As duas autoridades se encontraram após o ministro da Saúde ter mudado o tom sobre os planos de flexibilizar o isolamento social, defendidos pelo presidente.

Ele afirmou que o momento é impróprio, dado o avanço crescente de mortes e contaminações em todo o País. Teich também admitiu que o Brasil pode vir a registrar cerca de mil mortos por dia.

Boletim Brasil

O Brasil contabilizou nas últimas 24 horas 428 novas mortes (avanço de 7,3%) por Covid-19 e 6.205 novos (7,3%) casos da doença, informou o Ministério da Saúde na tarde desta sexta-feira.

Com os números atualizados, o País soma 6.329 óbitos e 91.590 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus.

Segundo estimativas do Ministério da Saúde, 38.039 pessoas já se recuperaram da Covid-19, enquanto 47.221 pacientes continuam em acompanhamento.

Boletim MT

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (01.05), 321 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 11 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Os casos confirmados estão em Cuiabá (138), Rondonópolis (49), Sinop (20), Várzea Grande (14), Tangará da Serra (10), Primavera do Leste (9), Mirassol D’Oeste (8), Lucas do Rio Verde (8), Cáceres (8), São José dos Quatro Marcos (6), Jaciara (6), Barra do Garças (4), Ipiranga do Norte (3), Confresa (3), Rio Branco (2), Querência (2), Poconé (2), Peixoto de Azevedo (2), Nova Mutum (2), Jangada (2), Canarana (2), Aripuanã (2), Alta Floresta (2), Vila Bela da Santíssima Trindade (1), União do Sul (1), Poxoréu (1), Pontes e Lacerda (1), Pontal do Araguaia (1), Nova Monte Verde (1), Lambari D’Oeste (1), Curvelândia (1), Conquista D’oeste (1), Campo Novo do Parecis (1) e residentes de outros Estados (7).

Nas últimas 24 horas, surgiram 19 novas confirmações em Cuiabá (4), Rondonópolis (1), Várzea Grande (1), Tangará da Serra (2), Primavera do Leste (1), Lucas do Rio Verde (3), Barra do Garças (1), Ipiranga do Norte (1), Peixoto de Azevedo (1), Canarana (1), Alta Floresta (1), Poxoréu (1) e Curvelândia (1).

Dos 321 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 104 estão em isolamento domiciliar e 188 estão recuperados. Há ainda 18 pacientes hospitalizados, sendo nove em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e nove em enfermaria.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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