TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Cidades & Geral

Cidade ganha ecoponto no Jardim Acapulco; Outros dois deverão ser instalados no Alto da Boa Vista e na Esmeralda

Publicado em

A prefeitura de Tangará da Serra liberou para uso o segundo dos quatro ecopontos projetados para instalação no perímetro urbano de Tangará da Serra. O ato simbólico foi realizado na manhã desta segunda-feira (27), com as presenças do prefeito Fábio Martins Junqueira e do diretor do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) e secretário de Infraestrutura Wesley Lopes Torres.

Segundo a administração, o ecoponto tem formato ambientalmente adequado e, além de servir de alternativa para descarte de entulhos, restos de poda e outros materiais residuais secos, é um dispositivo voltado à redução dos riscos de proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.

Wesley: Ecopontos atendem gratuitamente para destinação de resíduos secos como entulhos e podas.

 

A administração municipal planeja entregar outros dois ecopontos na cidade, estes no Alto da Boa Vista e na Grande Vila Esmeralda. “É uma opção que oferecemos à população para destinação adequada de entulhos e outros materiais que anteriormente eram depositados de forma irregular nas margens de ruas e estradas, terrenos baldios e outros locais”, disse o diretor do SAMAE, Wesley Lopes Torres. A autarquia é responsável pela gestão de resíduos sólidos no município.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

Ecoponto é gratuito

Segundo Torres, os ecopontos atendem a sociedade de forma gratuita, exceto empresas que atuam especificamente no ramo de coleta de lixo. Esses, pontua o Gestor, deverão continuar acessando o aterro sanitário. “Ecoponto é para o cidadão que precisa descartar poda de árvores, limpeza de quintais, entre outros. O serviço está à disposição da população, garantindo qualidade de vida e observando as questões ambientais”, finalizou.

(Diego Soares – Assessoria de Imprensa)

Comentários Facebook
Advertisement

Cidades & Geral

Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

Published

on

Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana