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Saúde Pública

Em Tangará da Serra, Hospital Municipal já recebe pacientes com COVID-19

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Os pacientes que contraíram a COVID-19 (coronavírus) em Tangará da Serra que necessitam de internação já dão entrada no Hospital Municipal (Complexo Hospitalar Municipal; foto). Até o momento, apenas um paciente se encontra internado na unidade pública, na ala correspondente à enfermaria.

Os pacientes com outras morbidades estão internados na Clínica da Criança, hospital requisitado pelo município para esta fase de pandemia. Segundo o prefeito Fábio Martins Junqueira, a separação dos infestados com COVID-19 dos demais é uma questão de segurança sanitária.

Pacientes com outras morbidades estão internados na Clínica da Criança, hospital requisitado pelo município para esta fase de pandemia.

Isolado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA, que integra o CHM), o Hospital Municipal conta com 80 leitos para pacientes com coronavírus em situação moderada. Estes leitos poderão chegar a 102, conforme a necessidade. O hospital opera com profissionais médicos intensivistas, profissionais de enfermagem e técnicos que se revezam ao longo de 180 plantões/mês.

Além dos leitos convencionais, a unidade hospitalar pública conta com 13 unidades de tratamento intensivo instaladas na ala própria para este fim e outros quatro leitos de UTI exclusivos para crianças acometidas pelo coronavírus na ala correspondente ao centro cirúrgico.

As UTI’s foram viabilizadas através de parceria com Unimed (03) e Unemat (03), além de outras 07 requisitadas da Clínica da Criança. As quatro unidades para crianças foram viabilizadas pelo próprio município.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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