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Saúde Pública

COVID-19: Índice de cura é perto de 20% no MT; Lucas do Rio Verde informa primeiro óbito no estado

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A secretaria de Saúde do município de Lucas do Rio Verde (foto) informou agora pela manhã o primeiro óbito de paciente acometido pela COVID-19 em Mato Grosso.

O paciente – um homem de 54 anos – veio a óbito na madrugada desta sexta-feira. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Lucas e tinha histórico de hipertensão e diabetes.

Curas

Mas, em meio a esta pandemia, nem todas as notícias são negativas. Em Mato Grosso, segundo a Secretaria de Estado de Saúde, 09 pacientes acometidos pela COVID-19 tiveram cura clínica. Destes, seis são de Cuiabá e três de Rondonópolis). Acrescentando estes pacientes curados aos 41 casos infectados, as recuperações representam 18%. Já o óbito registrado representa uma taxa de letalidade de 2,43% ante o número de infestados. (Veja quadro abaixo)

O primeiro caso de cura clínica no país – uma paciente com 97 anos – foi registrado em Pernambuco. O Ministério da Saúde não divulgou, por enquanto, o número de pacientes recuperados da doença.

Em Tangará da Serra, segundo informou o prefeito Fábio Martins Junqueira nas redes sociais, em resposta ao questionamento de uma internauta, nos dois casos confirmados de infecção no município os pacientes estão reagindo bem e apresentam boas chances de cura clínica.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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