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Saúde Pública

Tangará da Serra: CHM terá 17 leitos de UTI para pacientes com COVID-19; Município requisita Clínica da Criança

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O Complexo Hospitalar Municipal (CHM) de Tangará da Serra receberá nos próximos dias 17 leitos de UTI para internação de pacientes acometidos pelo COVID-19 (coronavírus). A informação foi confirmada pelo prefeito Fábio Martins Junqueira ao Enfoque Business na tarde desta quinta-feira (26).

Com a decisão do Executivo Municipal, as internações de pacientes com outras enfermidades (sem coronavírus) acontecerão no hospital Clínica da Criança, já requisitado pelo município. O Executivo já determinou o início do processo para instalação da estrutura do município na Clínica da Criança, assim como as UTI’s no CHM.

Internações de pacientes com outras enfermidades (sem coronavírus) acontecerão no hospital Clínica da Criança, já requisitado pelo município.

Segundo Junqueira, serão 13 unidades de tratamento intensivo instaladas na ala própria para este fim, no CHM, e outros quatro leitos exclusivos para crianças acometidas pelo coronavírus na ala correspondente ao centro cirúrgico. As UTI’s foram viabilizadas através de parceria com Unimed (03) e Unemat (03), além de outras 07 requisitadas da Clínica da Criança. As quatro unidades para crianças foram viabilizadas pelo próprio município.

Segundo Junqueira, serão 13 unidades de tratamento intensivo instaladas na ala própria para este fim, no CHM, e outros quatro leitos exclusivos para crianças acometidas pelo coronavírus na ala correspondente ao centro cirúrgico.

O CHM ainda contará com 80 leitos para pacientes com coronavírus em situação moderada. Estes leitos poderão chegar a 102, conforme a necessidade. As atividades no CHM serão realizadas com profissionais médicos intensivistas, profissionais de enfermagem e técnicos que se revezarão ao longo de 180 plantões/mês.

Segundo apurado pelo Enfoque Business, o custeio da estrutura no CHM conta com recursos próprios do município, além de cerca de R$ 1 milhão viabilizados ainda em 2017 por emenda parlamentar de autoria do então deputado federal Rogério Silva (atual vereador pelo MDB), que atuou no Congresso Nacional naquele ano por quatro meses.

Segundo o prefeito Fábio Junqueira, a estratégia de requisitar a Clínica da Criança para atendimentos e internações normais e de prover o CHM da estrutura necessária par atendimentos de pacientes que contraíram o COVID-19 foi uma decisão conjunta do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento ao Coronavírus.

Ainda segundo o gestor, a destinação exclusiva do CHM para coronavírus obedece ao protocolo de não ‘misturar’ acometidos pelo COVID-19 com pacientes com outras enfermidades. O CHM terá acesso exclusivo, isolado da UPA, que seguirá normalmente com atendimento de urgência/emergência.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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