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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola destaca os 40 anos de etanol no Brasil, integração lavoura-pecuária e o Sínodo da Amazônia

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No Momento Agrícola do último final de semana, o engenheiro agrônomo, consultor e comunicador Ricardo Arioli traz informações sobre a comemoração, no último dia 07 de outubro, dos 40 anos de uso do etanol no Brasil.

Etanol levou país a economizar no uso de petróleo e impulsionou economia.

Outra abordagem no programa é sobre a Associação Brasileira de Frigoríficos – ABRAFRIGO –, que mantem sua previsão de alta nas exportações de carne bovina para este ano. A previsão de alta é justificada pelas exportações de carne para a China.

No segundo bloco, Arioli fala sobre o sistema de integração lavoura-pecuária, cujas expectativas são de crescimento, principalmente no Centro Oeste do Brasil. O entrevistado no bloco é Roberto Giolo de Almeida, da Embrapa Gado de Corte, que lançou publicação sobre o tema. Ainda no segundo bloco, Arioli fala sobre a carne de carbono neutro e a carne de baixo carbono.

Na sequência, Ricardo Arioli conversa com o bispo de Diamantino, Dom Vital Chitolina, que fala sobre o Sínodo da Amazônia.

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Agronegócio & Produção

Frota encolhe e frete de grãos sobe em MT; custos em alta afetam competividade do agro

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Boletim recente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) aponta alta nos fretes rodoviários de grãos em diversas rotas de Mato Grosso. O movimento ocorre mesmo com oferta equilibrada de cargas, indicando que a principal causa foi a diminuição na disponibilidade de caminhões.

Segundo o levantamento semanal, parte da frota deixou o estado em busca de melhores oportunidades em outras regiões do país. Com menos veículos disponíveis, as transportadoras que permaneceram ampliaram seu poder de negociação, resultando na elevação dos preços.

Entre as principais rotas monitoradas, destacam-se os trajetos de Diamantino a Rondonópolis, com média de R$ 155,00 por tonelada (+3,20%), e de Querência a Uberlândia, com média de R$ 333,70 por tonelada (+3,28%). Os dados indicam valorização do frete em um período relevante para o escoamento da produção.

De acordo com Rodrigo Silva, o cenário contraria a expectativa para o período. “Seria esperado um recuo nos preços, com o equilíbrio entre oferta e demanda após a colheita da soja 2025/26. No entanto, os valores seguem acima dos registrados no mesmo período do ano passado, influenciados principalmente pelos custos com diesel”, afirmou.

O frete representa parcela significativa dos custos da produção agropecuária em Mato Grosso, estado fortemente dependente do transporte rodoviário. Com a alta, o impacto é direto nas margens do produtor rural.

Além disso, o encarecimento logístico afeta a competitividade do estado frente a outras regiões com melhor infraestrutura ou mais próximas dos portos.

“A eficiência no escoamento da produção é determinante para a sustentabilidade econômica das propriedades e para a competitividade do estado”, destacou Silva.

(Com informações de Notícias Agrícolas)

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