TANGARÁ DA SERRA
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Infraestrutura & Logística

Os efeitos de uma parceria: logística, crescimento econômico e ganhos sociais

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A região dos entornos das rodovias MT-170 e MT-426 começou a ser ocupada pelo setor produtivo na década de 1970. Desde então, a atividade agropecuária e empresarial se consolidou como base econômica local.

A empresa Calcário Tangará atua na região desde a década de 1980, fornecendo calcário calcítico, dolomítico e magnesiano, insumos que tiveram papel relevante na expansão da agricultura de grãos após a adoção do sistema de plantio direto. Atualmente, pelo pavimento da MT-426, a empresa escoa volumes próximos a 10 mil toneladas diárias de calcário, o equivalente a cerca de 280 carretas com capacidade de até 40 toneladas cada.

Acesso da Calcário Tangará, com obras de melhorias: presença do setor empresarial e de produtores rurais em parceria que muda a realidade da região.

O principal mercado da empresa é o Chapadão do Rio Verde e a região do Parecis, com atendimento também às regiões de Deciolândia e ao sul de Tangará da Serra. “Agora, vamos ampliar o atendimento para a região oeste de Mato Grosso, onde a agricultura tende a se expandir”, afirmou o diretor administrativo da Calcário Tangará, Rubens Jolando.

Com forte presença na região, pecuária de corte é uma das vocações econômicas da localidade.

Como parte da estrutura de apoio, a empresa investiu na construção de oito residências na Curva da Bênção para alojamento de colaboradores. “Com o asfalto, a poeira praticamente deixa de ser um problema”, acrescentou.

Conexão: Trecho da MT-426, com a Serra dos Parecis, já na MT-358, ao fundo.

Além da atividade mineral, a região apresenta forte vocação para a pecuária de corte. O grupo LPCD, que reúne as fazendas Netolândia, Rio Bonito, Rio Formoso e Itamaracá, mantém fluxo constante de caminhões boiadeiros e de cargas de insumos agropecuários.

Com a melhoria da infraestrutura viária e a articulação entre iniciativa privada e poder público, a expectativa é de ampliação da atividade econômica, com reflexos na geração de empregos, no aumento da arrecadação e, também, na melhoria das condições sociais da região da Curva da Bênção e da Calcário.

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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