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Sicredi repassa recursos de fundo social para entidades em Tangará da Serra

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Onze entidades de Tangará da Serra receberam formalmente ontem (quinta, 20), da Sicredi Sudoeste MT/PA, recursos para custeio de projetos sociais. Os recursos são oriundos do Fundo Social da cooperativa, aprovados pelos cooperados em assembleia.

Ao todo, a Sicredi MT/PA beneficiou 152 projetos com um total de praticamente R$ 2 milhões em sua área de cobertura – Mato Grosso e Pará -, sendo 14 projetos somente em Tangará da Serra, além de um do próprio Sicredi referente a iluminação natalina. Iniciativas de municípios vizinhos, como Arenápolis, Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Denise, Nortelândia, Nova Olímpia e Sapezal também foram contempladas.

“Em 2024, em Tangará da Serra, tivemos 14 projetos beneficiados com recursos do fundo social envolvendo 11 entidades, algumas com mais de um projeto”, informou a gerente administrativo-financeiro Gisele Soares de Almeida (foto abaixo), da agência Sicredi Centro. Também marcaram presença representantes das agências do Sicredi do Jardim Rio Preto, da Avenida Brasil Cidade Alta e da Rua 26.

Segundo a cooperativa, o fundo social vem beneficiando entidades através de projetos no Mato Grosso e no Pará desde 2022, quando os recursos repassados somaram R$ 1 milhão disponibilizados em assembleia. No ano seguinte (2023) foram destinados R$ 1,5 milhão e, agora, em 2024, R$ 2 milhões.

De 2019 a 2023, as cooperativas do Sicredi apoiaram em todo o Brasil mais de 17 mil projetos, totalizando um investimento de R$ 169 milhões.

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O presidente do Conselho de Administração da Sicredi Sudoeste MT/PA, Antônio Geraldo Wröbel, reforça o objetivo do Fundo Social. “É uma forma de contribuirmos para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e para o fortalecimento das entidades que desempenham um papel fundamental na transformação social”, disse o gestor.

As entidades contempladas pelo Fundo Social Sicredi recebem não apenas o apoio financeiro, mas também suporte técnico e acompanhamento por parte da cooperativa, visando fortalecer suas capacidades de gestão e maximizar o impacto de suas ações.

Recicla Verdinho

Um dos projetos contemplados pelo Fundo Social é o “Recicla Verdinho”, executado através de parceria entre a Associação dos Feirantes de Tangará da Serra (Asfet) e a Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, através das secretarias de Educação e de Agricultura e do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM), COPERTAN e SEBRAE.

Lançado em 2022, o projeto envolve alunos da Escola Municipal Fausto Eugênio Masson, que estão autorizados a trocar 10 embalagens de produtos recicláveis por cupons denominados “verdinho”, equivalente a R$ 1,00 cada). Essa “moeda” só pode ser trocada na Feira do Produtor, onde existem bancas parceiras do projeto.

Numa segunda etapa, os “verdinhos” serão trocados em dinheiro na instituição financeira parceira, no caso, o SICREDI.

“Temos como objetivo integrar a sociedade tangaraense através da educação ambiental e o fomento da economia através da educação alimentar e financeira dos alunos participantes, apoiar a agricultura familiar e, também, a coleta seletiva de lixo”, observou o presidente da Asfet e administrador da Feira do Centro, Valdeci Ferraz Aquino, que participou do evento na agência do Sicredi

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Entidades contempladas e projetos

– ASSOCIAÇÃO DOS VOLUNTARIOS DA CASA TERAPEUTICA NOVA VIDA – Projeto Aquisição de material;

– ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPICIONAIS DE TANGARA – Projeto Ampliação da Energia Solar;

– ASSOCIACAO DAS DIVERSIDADES INTELECTUAIS DE TANGAR ESTIMULAÇÃO MULTISSENSORIAL DAS CRIANÇAS NEURODIVERSAS – Projeto Sala Multissensorial com Método Snoezelen;

– ASSOCIACAO DOS FEIRANTES DO MUNICIPIO DE TANGARA DA SERRA – Projeto Recicla Verdinho;

– ASSOCIACAO FONTE DE LUZ – Projetos Com a bola toda – futebol; Encantando a vida – violão; e Judô Cidadão;

– ASSOCIACAO NOSSO LAR – Projeto Enxoval de lençóis, fronhas, traçados e toalhas;

– COOPERATIVA DE CRÉDITO, POUPANÇA E INVESTIMENTO DO SUDOESTE MT/PA – SICREDI SUDOESTE – MT/PA – Projeto Natal de Luz 2024;

– GRUPO TEATRAL DE TANGARÁ DA SERRA LAB “NO PONTO” – Projeto Laboratório de audiovisual “no ponto”;

– IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS – Projeto Transformando Vidas;

– INSTITUTO CRISTÃO BENEFICENTE DA VILA – Projeto Prevenção e combate ao abuso sexual na infância e na adolescência;

– ROTARY CLUB TANGARÁ DA SERRA CIDADE ALTA – Projeto MORAL – Movimento Rotário de Alfabetização de Adultos;

– ROTARY CLUB TANGARÁ DA SERRA – Projeto Agente Mirim;

– ROTARY CLUB TANGARA DA SERRA- Projeto Judô Tatame

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Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

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Os trabalhos voltados ao Diagnóstico Situacional e Social de Tangará da Serra terão nesta terça-feira (14) a quinta e última oficina antes do início da etapa de campo. A atividade será realizada ao longo de todo o dia, das 8h às 17h, com intervalo para almoço, no auditório da Delegacia Regional de Educação de Mato Grosso (DRE), na região central da cidade.

A iniciativa – que reúne os vários setores do poder público e da sociedade civil organizada – tem como objetivo levantar dados e evidências sobre a realidade dos segmentos mais vulneráveis da população, subsidiando a formulação de políticas públicas. Entre os públicos analisados estão crianças e adolescentes — incluindo o enfrentamento ao trabalho infantil —, meninas e mulheres em situação de risco, pessoas idosas, pessoas com deficiência e população em situação de rua.

Os trabalhos, com o tema “Do Diagnóstico à Ação: A necessidade de intervenções integradas”, são conduzidos pela equipe técnica da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão do Norte de Mato Grosso (FAEPEN), entidade vinculada à Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Sinop.

A oficina desta terça-feira terá como temática “Ferramentas Técnicas Aplicadas”, com conteúdo voltado à elaboração de diagnóstico social simplificado, construção de planos de ação orientados por evidências, além de monitoramento, avaliação e produção de pareceres e relatórios técnicos.

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Com a conclusão desta etapa, a equipe passará a se dedicar exclusivamente aos trabalhos de campo, que envolvem coleta de dados e levantamento detalhado das demandas e condições dos públicos atendidos.

Etapas anteriores

As quatro oficinas anteriores abordaram os seguintes temas: Vulnerabilidade Social e Desigualdades (15/12/2025), Dignidade da Pessoa Humana e Constituição Federal (10/02/2026), Indicadores Sociais e Diagnóstico para Políticas Públicas (10/03/2026) e Políticas Públicas e Controle Social (24/03/2026). Os dois últimos módulos, somados à oficina desta terça-feira, compõem a terceira fase do projeto.

Raimundo Nonato: “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo”.

Segundo o responsável técnico da equipe, Raimundo Nonato da Cunha França, a etapa metodológica está próxima da conclusão. “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo, e teremos uma etapa intensa de trabalho”, afirmou.

Execução e equipe

O estudo foi contratado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, com apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM) e anuência dos conselhos municipais. A coordenação está sob responsabilidade de Aparecida de Fátima Alves de Lima, tendo como responsável técnico o professor Raimundo Nonato da Cunha França.

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A equipe conta ainda com os especialistas Cláudia Pezzini, Carolina Tito Camarço e Josué Souza Gleriano.

Escopo e investimento

O levantamento abrange a análise das condições de vida de pessoas idosas, pessoas com deficiência, população em situação de rua, crianças e adolescentes e questões relacionadas à realidade de gênero.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Márcia Kiss, a base técnica é essencial para a definição de políticas públicas. “O diagnóstico permite superar a tomada de decisão baseada em suposições e direciona os investimentos para onde há maior necessidade”, destacou.

O projeto conta com investimento de R$ 385 mil, com recursos dos fundos municipais do Idoso (FUMID), da Criança e do Adolescente, além de aporte da Secretaria Municipal de Assistência Social e apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM). A execução está prevista para um período de 15 meses.

O que é o Diagnóstico Situacional

O Diagnóstico Situacional e Social é um instrumento de pesquisa que analisa de forma aprofundada a realidade de um território, reunindo dados sobre condições de vida, vulnerabilidades, potencialidades e demandas sociais.

A proposta é produzir um retrato detalhado — com informações demográficas, econômicas, culturais, ambientais e epidemiológicas — capaz de orientar ações e políticas públicas mais eficazes, com base em evidências. As próximas etapas incluem a identificação de necessidades prioritárias e o mapeamento de potencialidades e recursos existentes na comunidade.

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