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Infraestrutura & Logística

Medida facilitará escoamento de grãos do MT para os portos do Arco Norte, no Pará

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Produtores de grãos do Mato Grosso podem contar, a partir desse mês, com uma nova vantagem estratégica para escoamento das safras. A Via Brasil BR-163 articulou, em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a liberação da autorização para tráfego de veículos articulados no período entre o pôr-do-sol e o amanhecer.

Esses veículos articulados, entre eles os mais conhecidos as “carretas 9 eixos”, poderão solicitar, a partir do final deste mês, autorização para transitar à noite, o que antes era proibido pela legislação. Com a autorização, a expectativa é de redução de custo para produtores e, ao mesmo tempo, aumento da competividade dos portos Arco Norte, localizados no Pará.

Porto de Miritituba, no Pará, é uma das principais opções de embarque da produção de Mato Grosso.

“Há diversos benefícios significativos para transportadores e a sociedade. Para transportadores, nesse horário não há previsão de obras com interdição de faixas, portanto, os motoristas têm pista livre para realizar mais viagens durante o mês”, destaca Ricardo Barra, diretor-presidente da Via Brasil BR-163. “As cidades ao longo do trecho vão ganhar mais dinamismo econômico, com maior geração de empregos e tributos para que as prefeituras possam reinvestir em prioridades locais, como saúde, educação, entre outras áreas”, arremata.

Para circular no período noturno, os transportadores interessados deverão solicitar, a partir de 20 de agosto, autorização específica ao DNIT, procedimento que estará vigente para esse tipo de atividade até o final de agosto. Mais informações podem ser obtidas nesse link. A concessionária instalou placas de alertas em todo o trajeto da concessão.

(Imprensa Via Brasil BR-163)

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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