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Eleições 2022

Reeleito com 68% dos votos, Mauro Mendes priorizará Infraestrutura, Saúde e Educação

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A vitória foi ampla. Mauro Mendes (União Brasil) venceu a disputa pelo governo de Mato Grosso com facilidade, arrebanhando 68,45% dos votos válidos no estado, contra 16,41% da segunda colocada, Márcia Pinheiro (PV). O vice-governador é Otaviano Pivetta (Republicanos), também reeleito para o cargo.

Foram nada menos que 52 pontos percentuais a mais que a adversária mais próxima. Marcos Ritela, do PTB, fez 14,34% e Moysés Franz (Psol) não completou 1 ponto percentual, com 0,80%.

Mauro comemora com a Primeira-Dama do estado, Virgínia Mendes.

Vencido o desafio pela reeleição, Mendes estabelece como prioridade em seu segundo mandato a infraestrutura (estradas de conexões regionais com investimentos para asfaltamento de 2,6 mil quilômetros de rodovias e a assunção da BR-163 pela MT Par), a conclusão das obras dos seis hospitais regionais em construção (entre eles o de Tangará da Serra), a elevação da Educação do estado para o grupo das 10 melhores do país (hoje é a 19ª) e construção de novas escolas, e a modernização da máquina pública para maior eficiência de gestão. O governador reeleito prevê, também, melhoria do aparelhamento e do uso da tecnologia pelas forças de segurança, além de maior apoio à agricultura familiar.

Bancada

Para seu segundo mandato, Mendes contará com ampla maioria na Assembleia Legislativa, numa bancada situacionista de 16 parlamentares. Quatro deputados são do seu partido, o União, enquanto outros partidos aliados somam 12 representantes, sendo 04 do MDB, 04 do MDB, 02 do PL e 02 do Republicanos.

(Fotos: Assessoria)

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Eleições 2022

Confirmado: PL pede no TSE anulação de votos de urnas de modelos anteriores a 2020

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Sob alegação de “desconformidades irreparáveis de mau funcionamento”, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, entraram com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo anulação de votos em modelos de urnas UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015 nas eleições de 2022.

O anúncio do protocolo da representação na Corte Eleitoral se deu em entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira (22), em Brasília, pelo presidente do PL e assessores (imagem reproduzida Youtube/CNN Brasil).

A representação é assinada pelo advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa, com citação de laudo técnico de auditoria feito pelo Instituto Voto Legal (IVL), contratado pelo PL. Na verificação, o IVL constatou “evidências contundentes de mau funcionamento de urnas eletrônicas”.

Os problemas apontados no relatório teriam sido registrados nos arquivos “logs de urna”, que configura “verdadeiro código de identificação da urna eletrônica”.

De acordo com a representação, “todas as urnas dos modelos de fabricação UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015 apontaram um número idêntico de LOG, quando, na verdade, deveriam apresentar um número individualizado de identificação”.

No teor da representação consta, também, que “apenas as urnas eletrônicas modelo UE2020 é que geraram arquivos LOG com o número correto do respectivo código de identificação (…) Nos arquivos que não contêm o código de identificação da urna eletrônica correto, é impossível correlacionar, univocamente, os dados ali registrados com os eventos realmente ocorridos no mundo fático, sejam eles votos ou intervenções humanas.”

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, ainda não se pronunciou sobre a representação. Mas, segundo informações extraoficiais, Moraes já teria determinado prazo de 24 horas para o PL entregar à Corte Eleitoral relatório completo da análise realizada pelo IVL.

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