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Utilidade Pública

População acima de 28 anos será vacinada nesta sexta no Centro Cultural e Clínica da Família

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A Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Saúde, amplia nesta sexta-feira (23/07) a vacinação da população de Tangará da Serra. Chegou a vez das pessoas com mais de 28 anos de idade receberem a primeira dose da vacina em mutirão que ocorre em dois postos de vacinação: na Clínica da Família e no Centro Cultural.

Serão imunizados os moradores de Tangará da Serra, nascidos entre os anos de 1989 e 1993. No Centro Cultural serão vacinadas, no período da manhã (7h às 12h), as pessoas nascidas em 1989 e 1990, e no período da tarde (13h às 18h) as pessoas nascidas em 1991 e 1992.

Na Clínica da Família, ainda nesta sexta, serão imunizados os moradores nascidos em 1993, somente no período da tarde, entre as 13h e as 18h.

No sábado, 24/07, prevalecerá a vacinação da população que nasceu nos anos de 1990 (pela manhã/ das 7h às 11h) e 1991 (pela tarde/das 13h às 18h), somente no Centro Cultural.

Já no domingo, 25/07, haverá repescagem, exclusivamente no Centro Cultural, entre as 7h da manhã e o meio-dia, para todas as pessoas nascidas até o ano de 1991.

Veja os quadros abaixo e programe-se:

 

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Mudança no cálculo do ICMS sobre gasolina vai aumentar preço do combustível

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Já está em vigor a nova política de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis. Desde a última quinta-feira (1º) o imposto estadual passou a ter um valor fixo de R$ 1,22 sobre o litro da gasolina. Antes, os estados cobravam uma alíquota que variava entre 17% e 22% por litro. Com a mudança, os consumidores de 24 das 27 Unidades da Federação (UFs) passaram a pagar mais caro pela gasolina, de acordo com a Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes).

Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do litro da gasolina entre os dias 21 de maio e 27 de maio foi de R$ 5,26. Como o ICMS médio, ainda no antigo modelo, correspondia a 20,5% do preço da gasolina, ou seja, R$ 1,08, segundo a Petrobras, o aumento com o imposto fixo será de R$ 0,14 por litro, exceto nos estados de Alagoas, Amazonas e Piauí, onde a mudança, na verdade, barateou o combustível.

O economista Lucas Matos destaca que a alta não prejudica apenas os consumidores que têm nos veículos seus meios de locomoção. A camada mais pobre da população e os motoristas de aplicativos de transporte também vão sentir no bolso.

“Para a grande maioria do país, que usa transporte público e não carro, é uma realidade muito diferente. Obviamente que isso impacta no bolso daqueles que utilizam carro como meio de transporte ou até mesmo dentro de aplicativos, isso afeta na renda, mas a grande verdade é que a população brasileira sente de uma forma diferente, como no aumento dos preços das passagens”, afirma.

Vai e vem

O cálculo do ICMS sobre os combustíveis teve algumas reviravoltas desde o ano passado. Com a alta do petróleo no mercado internacional e a gasolina chegando a custar R$ 8 por litro, o Congresso Nacional aprovou duas mudanças. Em março de 2022, decidiu que, em vez de cada estado cobrar sua alíquota de imposto sobre os combustíveis, que em alguns casos chegava a 32% sobre o litro, as unidades da federação deveriam estabelecer um valor único para o ICMS cobrado em todo o país.

Em junho do ano passado, os parlamentares aprovaram uma medida para tornar combustíveis bens essenciais, o que estabeleceu um teto de 17% para o ICMS em todos os estados. Ao longo dos últimos meses, no entanto, esse limite foi ampliado por alguns governadores, enquanto a regulamentação do valor fixo por litro para todo o país não saía.

Segundo Renan Gomes de Pieri, economista da Fundação Getulio Vargas (FGV), a decisão de um valor fixo de ICMS por litro é acertada. “Claro que ninguém gosta de pagar imposto. Isso pode ter efeitos sobre o encarecimento dos custos de produção para diversas empresas, dado que o transporte é um insumo chave, mas é importante a recomposição das receitas dos estados. Claro que é uma má notícia de curto prazo, mas é uma política que vai na direção correta”, afirma.

No entanto, ele acredita que a medida pode causar ruídos nos momentos em que o preço da gasolina diminuir, já que no modelo anterior o imposto estadual diminuía proporcionalmente, o que com a fixação atual não será possível. “Se isso acontecer, o peso do ICMS ser constante por litro na composição final do preço será maior. Até maior do que antes, possivelmente. Certamente isso vai criar ruídos”, completa.

(Sapicuá Rádio News)

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