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Três pontos das BRs 070 e 163, no MT, estão entre os mais perigosos do Centro-Oeste

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Trechos de duas rodovias federais que cortam o estado de Mato Grosso estão entre os mais perigosos da região Centro-Oeste do Brasil. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os trechos considerados de alto risco ficam nas BRs 163 e 070, na região metropolitana de Cuiabá e nos municípios de Nova Mutum e Vera.

No ranking das 10 rodovias com maior número de mortes da região Centro-Oeste, os trechos ocupam o segundo, terceiro e sexto lugar, com 23 mortes no período de um ano.

Em segundo lugar no ranking geral está o trecho de 10 quilômetros da BR-070, que liga a ponte JK, sobre o Rio Cuiabá, até o município de Várzea Grande.

Em terceiro lugar está o trecho entre o quilômetro 560 a 570 da BR-163, no município de Nova Mutum.

Já o sexto percurso mais perigoso, também fica na BR-163, entre o quilômetro 790 ao 800, na cidade de Vera.

Todos os trechos citados estão sob administração da concessionária Nova Rota do Oeste.

De acordo com os dados divulgados pela Confederação Nacional do Transporte, 68 acidentes e 23 mortes foram registrados nestes trechos no período de um ano. Destes, 53 aconteceram na BR-070 e resultaram em oito mortes.

No trecho da BR-163 que passa por Nova Mutum, houve nove acidentes que resultaram em oito mortes.

Já no trecho da rodovia que corta o município de Vera, foram registrados seis acidentes, que resultaram em sete mortes.

O levantamento aponta ainda que aproximadamente cinco acidentes são registrados todos os meses nestes trechos, ocasionando aproximadamente duas mortes por ocorrência.

Os tipos mais comuns de acidentes são as batidas, saídas da pista, tombamento e atropelamento de pedestres.

Já as ocorrências de morte são registradas principalmente por transitar na contramão, o que ocasiona as batidas.

A segunda maior causa de registros de mortes são atropelamentos de pedestres.

(Redação EB, com Sapicuá RN)

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Chuva de sexta-feira em Tangará da Serra chegou a 66 mm; chuvas devem prosseguir

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A chuva registrada na última sexta-feira (17) em Tangará da Serra alcançou 66,8 milímetros, conforme dados da estação meteorológica A902 do Instituto Nacional de Meteorologia.

Com o volume, o acumulado de abril chega a cerca de 150 milímetros, superando a média histórica de 121 milímetros, segundo a Climatempo.

A precipitação teve início por volta das 11h e seguiu com intensidade até o início da tarde, perdendo força ao longo do dia.

De acordo com levantamento do banco de dados do Enfoque Business, o atual período chuvoso — iniciado em setembro do ano passado — soma pouco menos de 1.700 milímetros. O volume é cerca de 26% inferior ao registrado no ciclo anterior (2024/2025), quando o acumulado atingiu aproximadamente 2.400 milímetros, com chuvas prolongadas até junho.

Para os próximos dias, a previsão indica continuidade das chuvas, porém de forma irregular e com menor intensidade. As temperaturas devem permanecer estáveis, com máximas entre 29°C e 31°C e mínimas entre 22°C e 23°C.

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