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Saúde Pública

Tangará da Serra: Município e Governo alinham convênio para operacionalização das UTI’s

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Após um dia inteiro de reunião, na última sexta-feira (12), município de Tangará da Serra e Estado de Mato Grosso alinharam convênio para operacionalização dos leitos de unidades de terapia intensiva (UTI’s) e unidades respiratórias ambulatoriais (URA’s) do Centro Hospitalar Municipal.

Da reunião participaram o prefeito Fábio Martins Junqueira, membros da Secretaria Municipal de Saúde e equipe técnica da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), quando ficou definida a contratação de empresa especializada para fornecimento das equipes médicas que atuarão no Centro Hospitalar Municipal (CHM) Arlete Daisy Chiquetti de Brito, em Tangará da Serra.

Após concorrência com dispensa de licitação, foi declarada vencedora (melhor preço) a empresa FAMVAG S.A., de Várzea Grande, para fornecimento de equipes de profissionais que atuarão no CHM, tanto na URA como na ala de UTI’s.

Na reunião ficou definida a contratação de empresa especializada para fornecimento das equipes médicas que atuarão no Centro Hospitalar Municipal (CHM).

Participaram do certame, ainda, as empresas Nordeste e Tayamã. A FAMVAG também atua no Hospital Metropolitano de Várzea Grande, onde, a exemplo do que acontecerá em Tangará da Serra, fornece médicos intensivistas, profissionais de enfermagem e outros recursos humanos.

Segundo o prefeito Fábio Martins Junqueira, a contratação da FAMVAG será formalizada nesta segunda-feira (15), o que viabilizará a habilitação das UTI’s do CMH, reservado exclusivamente para internação de pacientes com infecção pelo novo coronavírus. Enquanto a empresa contratada organiza as equipes que assumirão no CHM, a unidade hospitalar segue com equipes designadas pelo município.

(*) Veja, ao final do texto, vídeo do prefeito Fábio Martins Junqueira sobre o convênio.

O Hospital Municipal, vale lembrar, conta com ala de UTI’s com 13 leitos, mais 89 leitos de enfermaria, num total de 102 leitos de internação. A equipe da FAMVAG atuará nestes leitos, enquanto a gestão da unidade hospitalar permanecerá com o município de Tangará da Serra.

Programa

Na última quarta-feira, o governador Mauro Mendes publicou decreto para criação de programa emergencial para abertura e habilitação de novos leitos de UTI’s em todo o estado em parceria com as prefeituras.

A pandemia recrudesceu em todo o estado e nas demais unidades da federação, o que parece ter ‘acordado’ as autoridades da esfera estadual, que até então se mantinham inertes em relação ao interior. De acordo com o programa, o governo do Estado repassará a quantia de R$ 2 mil para cada leito de UTI habilitado, sendo R$ 1,6 mil em recursos federais e R$ 400 complementados pela SES-MT.

(*) Veja vídeo abaixo:

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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