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Sustentabilidade e economia: por que as indústrias estão migrando para produtos biodegradáveis?

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ADN Bio traz soluções sustentáveis que reduzem custos e impactos ambientais.

A sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial e se tornou uma necessidade para as indústrias que buscam reduzir impactos ambientais, otimizar custos operacionais, cuidar de seus colaboradores e se alinhar com os princípios de ESG. Com esse objetivo, a sustentabilidade industrial se baseia na adoção de estratégias verdes que unem preocupação ambiental com produtividade e desenvolvimento econômico por meio de soluções inovadoras e eficientes.

A ADN Bio, referência em desmoldantes e desengraxantes biodegradáveis, reforça como essas soluções trazem benefícios que vão além da preservação do meio ambiente. A começar pelas vantagens econômicas, já que os produtos biodegradáveis da empresa apresentam mais rendimento quando comparados aos não vegetais e não biodegradáveis.

Adriana Machado, sócia proprietária da ADN Bio, comenta que a substituição por biodegradáveis também traz benefícios diretos para a saúde dos trabalhadores. “Nossos produtos atendem às normativas ambientais e trabalhistas e garantem mais segurança no ambiente de trabalho. Isso reduz riscos para os colaboradores e melhora as condições gerais das operações industriais”, afirma.

Outro grande diferencial para a indústria é que os biodegradáveis não geram resíduos químicos, eliminando a necessidade de gerenciamento ambiental complexo e reduzindo custos operacionais. Até as embalagens da ADN são retornáveis, gerando ainda mais economia. A vida útil dos maquinários também é preservada, já que os desengraxantes e desmoldantes biodegradáveis são formulados para não agredir peças e equipamentos, e por serem de base vegetal, garantem alto desempenho sem comprometer a segurança operacional.

As vantagens são comprovadas por quem faz uso dos produtos, como o empresário Norberto Hermoso, proprietário da Granilux. A empresa utiliza os desmoldantes biodegradáveis na fabricação dos pré-moldados de concreto. Norberto afirma que o investimento vale a pena. “Não posso usar outro material, já que o óleo diesel, por exemplo, me traria uma série de problemas não só ambientais, mas com a saúde dos funcionários. Com os biodegradáveis, não tenho problemas com resíduos. Não preciso me preocupar com riscos ambientais e garanto a segurança dos meus colaboradores”.

Ainda que não existam incentivos fiscais diretos para empresas que adotam produtos biodegradáveis, os benefícios financeiros e ambientais falam por si. Redução de passivos ambientais, menor necessidade de descarte especializado, durabilidade de equipamentos e segurança dos trabalhadores são fatores que impulsionam cada vez mais indústrias a essa migração.

Em muitos mercados industriais, os materiais químicos convencionais podem trazer riscos trabalhistas e ambientais. Empresas que utilizam produtos não biodegradáveis também podem enfrentar processos por insalubridade, passivos ambientais por derramamento de substâncias químicas e custos elevados com medidas corretivas.

A sustentabilidade industrial traz eficiência e redução de custos; fortalece a imagem da empresa; protege os colaboradores e atende requisitos legais. Tornar-se uma indústria sustentável é uma tendência para qualquer negócio que busca competitividade, responsabilidade e inovação, sempre com base no desenvolvimento sustentável. A ADN Bio segue investindo em tecnologia e inovação para oferecer ao mercado soluções que unem desempenho, segurança e responsabilidade ambiental.

Sobre ADN Bio

A ADN Bio, sediada em Agudos, São Paulo, está no mercado desde 2011 e é uma empresa focada na produção sustentável de produtos biodegradáveis através da logística reversa do óleo vegetal residual. Ela conta com diversas linhas de produtos como desmoldantes, desengraxantes e saneantes, todos biodegradáveis. A empresa é reconhecida por seu compromisso com a proteção ambiental e atende todas as normas de segurança na produção de seus produtos, oferecendo soluções que reduzem custos e impactos ambientais. A ADN Bio também desenvolve projetos de conscientização ambiental e da coleta de óleo vegetal residual em parceria com escolas, prefeituras e empresas, promovendo a sustentabilidade e beneficiando comunidades locais.

Fernanda Ubaid / 14 98131-8649 / [email protected]

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Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

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No ano em que Nova Olímpia completa 40 anos de emancipação, a presença da Uisa remonta ao período anterior à formação do município. Fundada em 1980, ainda como Destilarias Itamarati, a empresa acompanhou a estruturação da cidade e sua evolução ao longo das últimas décadas. Com atuação contínua no setor sucroenergético, a biorrefinaria integra a base econômica local e mantém participação no desenvolvimento regional, associando produção industrial a iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental.

Instalada em Nova Olímpia, a Uisa, empresa do setor sucroenergético que transforma matérias-primas em bioprodutos e bioalimentos, mantém um conjunto de programas ambientais voltados à preservação de nascentes, recuperação de áreas degradadas e segurança hídrica.

Caetano Henrique Grossi: “Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”.

O programa Águas da Guanabara, uma das principais iniciativas da Uisa, criado em 2004, opera em uma área estratégica por integrar a zona de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, na bacia do Alto Paraguai, região formadora do sistema hídrico do Pantanal.

Segundo o gerente de Sustentabilidade da Uisa, Caetano Henrique Grossi, atualmente 245 nascentes localizadas em cerca de 50 mil hectares da companhia estão mapeadas e preservadas. “Nosso objetivo é garantir o abastecimento de rios e córregos, além de manter o equilíbrio ambiental e a disponibilidade de água na região”, afirmou.

Mapeamento com tecnologia e validação ambiental

A tecnologia é um dos pilares do programa. O levantamento das nascentes é realizado com uso de sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite, cruzadas com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Levantamento das nascentes ocorre por sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite.

“Esse método permite identificar áreas que necessitam de intervenção e monitorar as condições ambientais, caso a caso”, explicou Grossi.

O trabalho também conta com validação de órgãos ambientais e acompanhamento técnico, além de estudos independentes que atestam a precisão do mapeamento e a efetividade das ações.

Biodiversidade e qualidade da água

As intervenções incluem reflorestamento, controle de erosão, manejo do solo e manutenção da cobertura vegetal. A recomposição das áreas é feita com espécies nativas do Cerrado e da Amazônia, produzidas em viveiro próprio, que mantém cerca de 75 variedades, incluindo espécies ameaçadas.

O viveiro conta com capacidade de produção anual de até 200 mil mudas.

Desde o início do programa, mais de 2 milhões de mudas foram plantadas. Entre 2007 e 2024, a área de vegetação nativa foi ampliada em 1.030 hectares, o que representa aumento de 8% na cobertura vegetal.

De acordo com Grossi, os resultados também aparecem na biodiversidade e nos recursos hídricos. “Identificamos 163 espécies arbóreas e 355 espécies de animais — incluindo onça-pintada, anta, lobo-guará e tamanduá-bandeira — considerados indicadores de equilíbrio ambiental”, relatou.

Na área hídrica, sete nascentes degradadas tiveram a vazão recuperada após ações de revitalização. O Índice de Qualidade da Água (IQA) permanece classificado como “bom”, segundo monitoramento técnico.

Integração entre produção e sustentabilidade

As ações ambientais estão integradas ao modelo produtivo da biorrefinaria, baseado em economia circular. A produção utiliza integralmente a cana-de-açúcar e reaproveita subprodutos como vinhaça e resíduos orgânicos na fertirrigação e na melhoria do solo.

O uso eficiente da água é um dos pilares operacionais.  “Em nosso processo industrial, a água é reutilizada em circuito fechado, sem descarte em corpos hídricos”, disse Grossi. Segundo ele, a adoção de tecnologias de recirculação contribuiu para a redução do consumo de água, tanto na indústria quanto nas operações agrícolas.

A unidade também gera energia elétrica a partir da biomassa, garantindo autossuficiência energética e fornecimento de excedente ao Sistema Interligado Nacional.

Ações regionais e engajamento comunitário

Além das áreas próprias, a empresa mantém iniciativas voltadas à comunidade, com destaque para a doação de mudas e ações de educação ambiental, por meio do projeto Pensamos Verde, que já destinou mais de 570 mil mudas a produtores rurais, instituições e comunidades em 16 municípios de Mato Grosso.

As atividades incluem orientação técnica, campanhas educativas e programas voltados a estudantes.

“Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”, afirmou Grossi. “A ampliação das ações ocorre principalmente por meio da distribuição de mudas e do fortalecimento de projetos comunitários.”

O modelo adotado já recebeu premiações e certificações ambientais e é apontado como referência no setor sucroenergético, com reconhecimento por iniciativas voltadas à preservação do bioma pantaneiro.

Segurança hídrica como eixo estratégico

A segurança hídrica é fundamental para garantir a regularidade dos fluxos de água que sustentam rios, biodiversidade e atividades econômicas. A preservação dessas áreas mantém o equilíbrio dos ecossistemas, reduz riscos de escassez e assegura o abastecimento humano e produtivo, além de contribuir para a estabilidade climática.

Segundo Grossi, na Uisa, a preservação das nascentes é tratada como elemento central para a continuidade das atividades produtivas e para a manutenção dos ecossistemas regionais.

“Nossa estratégia busca alinhar produção agrícola, conservação ambiental e disponibilidade de água em uma região sensível do ponto de vista hídrico”, concluiu.

(*) Na sequência, link com matérias sobre registro da presença de onças na área da Uisa e sobre ação educativa com foco ambiental da biorrefinaria.

Imagens registram três onças-pintadas em área da biorrefinaria uisa em Mato Grosso

Uisa promove ação educativa entre produtores para prevenção da mosca-dos-estábulos

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