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R$ 7 Milhões: Município receberá dia 10 a primeira parcela do auxílio federal para amenizar perdas e combater pandemia

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Será depositado no próximo dia 10 (quarta-feira) a primeira das quatro parcelas do auxílio emergencial do governo federal aos estados e municípios. Para Tangará da Serra, o valor a ser depositado será de R$ 7.160.932,14, segundo confirmou a Secretaria Municipal de Fazenda (Sefaz).

De acordo com a titular da pasta, Valnicéia Piccoli, dos R$ 7,16 milhões, R$ 375.666,50 serão destinados exclusivamente à saúde e R$ 6.785.265,64 para outras ações, a título de compensação da queda na arrecadação do município em função da pandemia.

O repasse consta em matéria sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro – Lei Complementar 173/2020. Inicialmente, Tangará da Serra teria direito a R$ 37.997.487,60 (R$ 33,9 milhões a título de compensação a perdas tributárias, e R$ 4 milhões exclusivamente para custeio do setor de saúde no combate à pandemia), mas o valor foi reduzido para R$ 28.622.167,77 (respectivamente, R$ 27,14 milhões e R$ 1,48 milhões). São, portanto, R$ 9,3 milhões a menos para o principal município da região.

Para a região, considerando Tangará da Serra e outros 14 municípios, o valor total a ser repassado é de R$ 91,7 milhões, sendo a primeira parcela correspondente a R$ 22,9 milhões. (Ver quadro com municípios da região ao final do texto – considerar “Valor Final”)

Leia mais:  Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

Veja no link indicado os números para todos os municípios do estado: https://portalamm.org.br/wp-content/uploads/Estimativa-de-arrecada%C3%A7%C3%A3o-com-o-relat%C3%B3rio-do-PLP-39-de-2020.pdf

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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