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Agronegócio & Produção

Pulverização: TratorTecMaq e AgroFlux oferecem a tecnologia ‘Fluxin’ para prevenção de perdas

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Um dos maiores problemas na agricultura está relacionado à eficiência dos produtos para pulverização, o que muitas vezes está ligado à falta de manutenção ou má conservação das pontas.

Falhas na verificação podem ocasionar perda total da eficiência do produto, desperdício e o pior: perda de produtividade, o que pode significar um grande prejuízo.

(Assista ao vídeo ao final desta matéria)

Pensando nisso, a TratorTecMaq e a AgroFlux firmaram uma parceria para auxiliar o produtor de Tangará da Serra e da região sudoeste de Mato Grosso na prevenção destes problemas com uma solução tecnológica: o Fluxin.

Fluxin é um equipamento de medição de fluxo, aferição das pontas e calibração do pulverizador. Com base nas medições do Fluxin, é possível detectar as condições das pontas e válvulas (incluindo entupimentos) e fazer a leitura no aplicativo utilizado para receber os dados do equipamento.

A leitura de cada bico é realizada em 5 segundos e enviada em tempo real para o celular, o que permite que um único profissional consiga realizar sozinho essa operação de forma precisa, rápida e prática. O aplicativo e o equipamento se comunicam através de um sinal sem fio (wireless), com tecnologia bluetooth 4.0, ou versão mais recente.

Pelo aplicativo é possível manter um histórico das leituras, gerar relatórios (com gráficos, comparações entre bicos, cálculos de desperdícios, área afetada, etc.) e também exportar esses dados para PDF e Excel e compartilhar via WhatsApp, Messenger ou e-mails.

(Assista ao vídeo ao final desta matéria)

A TratorTecMaq oferece esta tecnologia em condições especiais, com atendimento personalizado ao cliente. Maiores informações pelos telefones 3325-0205, 99987-4408, 99987-4445 e 99903-2560, ou diretamente na loja, Avenida Lions Internacional nº 1.907, Vila Esmeralda, em Tangará da Serra.

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Agronegócio & Produção

Renegociação de dívidas e avanço ferroviário marcam momento decisivo para o agro

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O agronegócio mato-grossense atravessa um período marcado por desafios financeiros e avanços estruturais. Os dois temas foram abordados pelo jornalista Olmir Cividini na coluna Circuito Rural desta sexta-feira (19.06), que analisa o debate sobre a renegociação das dívidas dos produtores rurais e os impactos da inauguração do primeiro trecho operacional da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo.

No campo político, a expectativa do setor está voltada para as discussões sobre mecanismos de renegociação de dívidas rurais. Conforme observa Cividini, o tema voltou ao centro das atenções em Brasília, mas ainda cercado por incertezas. Para muitos produtores, a preocupação é que as decisões acabem sendo influenciadas mais pelo ambiente político do que pelas necessidades reais do setor produtivo.

O cenário é acompanhado com cautela pelo agro, especialmente diante das dificuldades enfrentadas por produtores nos últimos anos em razão de oscilações climáticas, custos elevados de produção e desafios de mercado. A expectativa é de que eventuais medidas ofereçam condições para a recuperação financeira e a continuidade dos investimentos no campo.

Enquanto o debate sobre crédito rural segue em aberto, Mato Grosso comemora um avanço concreto na área logística. Neste sábado será inaugurado, em Dom Aquino, o primeiro trecho operacional da Ferrovia Estadual, considerado um marco para o transporte de cargas e para a competitividade do agronegócio estadual.

O novo terminal multimodal, instalado às margens da BR-070, terá capacidade para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, principalmente soja e milho. A estrutura integra a primeira etapa da ferrovia, ligando Rondonópolis a Dom Aquino por meio de aproximadamente 162 quilômetros de trilhos.

A obra é considerada estratégica para ampliar a capacidade de escoamento da produção agrícola, reduzir a dependência do transporte rodoviário e fortalecer o corredor de exportação de Mato Grosso. Além disso, o terminal deverá gerar empregos e impulsionar o desenvolvimento econômico da região.

Segundo a avaliação apresentada na coluna, a nova ferrovia não elimina todos os gargalos logísticos do Estado, mas representa um avanço significativo em uma área considerada fundamental para sustentar o crescimento da produção agrícola. A expectativa é que, com a expansão dos trilhos até Lucas do Rio Verde nos próximos anos, Mato Grosso consolide uma das mais robustas estruturas logísticas do agronegócio brasileiro.

Entre os desafios da renegociação das dívidas e os investimentos em infraestrutura, o setor produtivo segue apostando em medidas que garantam maior competitividade, eficiência e sustentabilidade para o futuro do agro mato-grossense.

(Fonte: Coluna Circuito Rural, de Olmir Cividini.)

Ouça o Circuito Rural na íntegra:

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