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Porte ilegal de arma de fogo e ameaças resultam em duas prisões no final de semana

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Direção perigosa, embriaguez ao volante, ameaças, agressões e porte ilegal de arma de fogo resultaram em suas prisões no final de semana em Tangará da Serra.

Num dos casos, os infratores – claramente sob efeito de álcool – chegaram a apontar armas para o segurança de um bar onde havia um bom número de frequentadores, representando sérios riscos ao público.

Direção perigosa e ameaças na Cidade Alta

Na madrugada de sábado, a Polícia Militar (19º BPM) prendeu o condutor de uma caminhonete preta após manobras perigosas nas imediações de um bar no bairro Cidade Alta III. Segundo testemunhas, os ocupantes do veículo também arremessavam pedras contra o público.

Ao serem interpelados pelo segurança do local, os suspeitos iniciaram uma discussão e apontaram uma pistola e um revólver contra a vítima antes de fugirem. Após patrulhamento, a PM localizou o veículo realizando “zerinhos” próximo ao Terminal Rodoviário. A abordagem final ocorreu em uma chácara perto do Trevo da Melancia.

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No interior do veículo, foram apreendidos um revólver Taurus calibre 38, uma pistola Taurus calibre .40, 51 munições de calibre .40, um canivete e itens pessoais.

O condutor, que apresentava sinais visíveis de embriaguez (odor etílico e arrogância), recusou-se a colaborar, sendo lavrado o Auto de Constatação de Sinais de Embriaguez.

Armas e munições apreendidas pela Polícia Militar no último final de semana. Duas prisões foram realizadas.

Apreensão no bairro Vila Horizonte

Em outra diligência, a PM foi acionada para verificar a presença de um homem armado num bar, na Vila Horizonte. Durante a abordagem, os policiais localizaram um revólver calibre .38 escondido no interior de um Fiat Linea prata, de propriedade do suspeito. O indivíduo foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

Operação Pré-Carnaval

Paralelamente às ocorrências, a Polícia Militar realizou neste final de semana a Operação Pré-Carnaval, com foco preventivo e educativo. O objetivo principal foi orientar condutores sobre direção defensiva e segurança viária em Tangará da Serra.

Durante a ação, foram registradas irregularidades como:

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– Falta do uso de cinto de segurança e capacete;

– Transporte inadequado de crianças (cadeirinhas);

– Trafegar com faróis desligados.

Ao todo, foram lavradas 13 autuações. Apenas um condutor foi flagrado dirigindo sob influência de álcool durante a manhã de sábado, após ser detectado em direção perigosa, expondo transeuntes a risco.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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