conecte-se conosco

Setor Público & Agentes

Planejamento: Tangará da Serra recebe relatório final do Plano Municipal de Saneamento

Publicado

O texto final do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) de Tangará da Serra foi entregue ontem (quinta, 28) pela equipe responsável pela elaboração do trabalho durante audiência pública realizada no Centro Cultural. A audiência foi transmitida pelas redes sociais através de live promovida pelo Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae).

O trabalho, que representa o planejamento do município na área de saneamento básico para os próximos 20 anos, foi realizado por iniciativa do próprio Samae, através de equipe de especialistas contratada pela autarquia e composta pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Fundação Uniselva. O texto segue, agora, para apreciação pela Câmara Municipal para ser convertida em lei.

Texto entregue ontem segue para apreciação pela Câmara Municipal para ser convertida em lei.

A audiência de entrega do relatório contou com apresentação do professor Aldecy de Almeida Santos, da Universidade Federal de Mato Grosso, que coordenou a equipe técnica. Ao final, ele entregou formalmente o relatório impresso ao diretor do Samae, Wesley Lopes Torres. “Vamos disponibilizar ao público este material em mídia eletrônica”, anunciou o diretor.

Leia mais:  Governador diz que crescimento de MT é freado pela burocracia e logística deficiente

O prefeito Fábio Martins Junqueira e membros do Executivo marcaram presença, assim como os demais membros da equipe técnica.

A audiência pública de ontem foi a finalização do trabalho iniciado ano passado. O processo incluiu oito fases, iniciando pelo decreto para execução e seguindo por mobilização e comunicação social; diagnóstico do saneamento básico; prognóstico, objetivos e metas; programas, projetos e ações; monitoramento e avaliação; proposta de lei de aprovação e relatório final.

O Plano Municipal de Saneamento Básico estabelece diretrizes em quatro eixos: água, esgoto, resíduos sólidos e águas pluviais (drenagem). Cada uma destas áreas conta com suas prioridades imediatas e de curto, médio e longo prazos, representando, na prática, a política de saneamento básico do município.

publicidade

Cidades & Geral

Município setorizará sistema de abastecimento para controle de perdas de água tratada

Publicado

O Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto – Samae – anunciou esta semana a contratação de empresa especializada para realização de estudos e elaboração de projetos para setorização do sistema de abastecimento e distribuição de água em Tangará da Serra.

O contrato 022/2020, assinado entre o Samae e a empresa Asolo Engenharia e Consultoria, foi firmado no último dia 06. A empresa foi a vencedora da Tomada de Preços 003/2020, de 30 de setembro.

Diretores do Samae, Marcel Berteges, e da Asolo, André Pavarin, assinaram o contrato no último dia 06.

O objetivo é dar início à implantação dos sistemas de macromedição e micromedição em reservatórios e na rede de distribuição para controle e combate às perdas de água tratada, que há décadas causam prejuízos no sistema de abastecimento da cidade e de localidades do interior. “Tangará da Serra é o segundo município do estado a realizar este projeto de controle de perdas”, informa o diretor do Samae, Marcel Berteges. O primeiro município foi Lucas do Rio Verde.

Macromedição e micromedição

Com custo de R$ 45 mil, o trabalho consistirá na caracterização e diagnóstico do sistema existente no município para melhorias e adequações das unidades operacionais de reservação e distribuição de água.

Leia mais:  Macromedição e controle de perdas serão priorizadas no Plano de Saneamento

A macromedição e micromedição visam informar o volume de água tratada disponível para distribuição possibilitando à autarquia a obtenção de informações precisas. A partir daí, é possível mensurar as perdas e adotar medidas de contenção e proceder nos reparos necessários.

Além da setorização, o sistema inclui o georreferenciamento da rede de distribuição e das unidades de reservação. Estas medidas, porém, são consideradas prioridades de curto prazo (de 04 a 08 anos) para execução pelo SAMAE.

Prioridade

A macromedição das saídas dos reservatórios e o controle de perdas de água tratada estão entre as prioridades imediatas (até 03 anos) que constam no Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) de Tangará da Serra.

Concluído e entregue no último mês de maio, O PMSB representa o planejamento do município na área de saneamento básico para os próximos 20 anos. Foi contratado pelo Samae e desenvolvido por uma equipe de especialistas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Fundação Uniselva.

Perdas

As perdas de água potável em Tangará da Serra são um problema antigo, desde que a rede começou a ser implantada na cidade, ao final da década de 70. Estas perdas chegam a 30% e se dão por vários motivos, como vazamentos, erros de leitura de hidrômetros, ligações clandestinas e fraudes.

Leia mais:  Câmara Municipal realiza extraordinária nesta quinta para votar suplementação do ‘Projeto Sepotuba’

Perda de água potável é um problema recorrente (e antigo) em todo o país. Segundo estudos realizados por especialistas, o Brasil contabiliza cerca de R$ 10 bilhões/ano em prejuízos com perdas de água. Em média, o país registra perdas de 38,5% da água potável produzida pelos sistemas de tratamento nos 5.570 municípios brasileiros.

Em municípios como Cuiabá e Várzea Grande, por exemplo, as perdas chegam a 70% da água tratada. Em Rondonópolis, terceiro município do estado, as perdas chegam a 45%.

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana