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Economia & Mercado

MP regula negociação de contratos, jornadas e salários, anuncia créditos e posterga IR

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O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego anunciado pelo governo, e que será criado por Medida Provisória, permitirá a redução de jornada e salário em 25%, 50% e até 70%, por até três meses por meio de acordos individuais, entre empregador e empregado, ou coletivos. A medida, anunciada ontem à noite pelo governo federal através do Ministro da Economia, Paulo Guedes, também permite a suspensão dos contratos por até dois meses.

O empregado terá estabilidade no emprego por um período igual ao da redução de jornada ou suspensão de contrato. “Queremos manter empregos e trazer tranquilidade para as pessoas. Criamos um benefício que protege o empregado e também as empresas”, disse o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco. Segundo Bianco, os acordos para redução de jornada ou suspensão de contrato poderão ser individuais nos casos de trabalhadores com remuneração de até três salários mínimos (R$ 3.135), uma vez que nesses casos “haverá pouca redução salarial”.

Desoneração

O governo federal também anunciou outras medidas econômicas na entrevista coletiva. De acordo com a pasta, será iniciado um programa de crédito para atender empresas com juros reduzidos, zerando alíquotas de Impostos sobre Operações Financeiras (IOF). A desoneração ser de R$ 7 bilhões, na projeção do governo.

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Prazo até 30/06

O Governo Federal anunciou, no início da noite desta quarta-feira, a prorrogação do prazo para entrega das declarações de imposto de renda referentes ao ano de 2019. A decisão foi motivada pela crise do coronavírus, que atinge o mundo todo. O novo prazo para a entrega das declarações de pessoas físicas é o dia 30 de junho.

Inicialmente, a entrega das declarações de imposto de renda tinha como data limite 30 de abril. No entanto, o governo reconheceu a dificuldade das pessoas em reunir os documentos a tempo diante da pandemia de coronavírus e, por isso, tomou a decisão da prorrogação.

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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