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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: A paralisia socioeconômica provocada pelo coronavírus é o assunto em destaque

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O tema não poderia ser outro no Momento Agrícola deste final de semana: A paralisia gerada pelo coronavírus no convívio social e na economia do mundo inteiro.

O programa produzido e apresentado pelo engenheiro agrônomo, produtor rural e consultor Ricardo Arioli retrata, nesta última edição, um quadro desalentador pintado por um vírus COVID-19, que nesta última semana começou a apavorar os brasileiros.

Momento Agrícola é produzido e apresentado por Ricardo Arioli.

Apesar de notícias modestamente positivas, como o não registro de novos casos de contágio na China e o surgimento de medicamentos promissores, a tendência é de grande retração nos mercados consumidores de todo o planeta, com recessão/decréscimo dos PIBs, quedas nos níveis de emprego e, consequentemente, de renda e consumo, entre outros efeitos nefastos.

Adiamentos e suspensões

Arioli destaca a suspensão/adiamento de eventos importantes do Agro, como o Show Safra, em Lucas do Rio Verde; a Farm Show, em Primavera do Leste; e a Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis.

Ações de entidades ligadas ao setor agropecuário – como Acrimat, Aprosoja, Famato e Senar – também foram paralisadas em razão da pandemia. Atividades como “Acrimat em Ação”, “Acricorte” e “Circuito Aprosoja” foram suspensas, assim como os cursos de qualificação e capacitação do Senar.

Leia mais:  Renegociação de dívidas e avanço ferroviário marcam momento decisivo para o agro

O Momento Agrícola também traz informações sobre as medidas adotadas em países de alto risco, como Índia e Portugal, bem como a interferência da pandemia nos mercados do algodão, da carne e da soja, com depoimentos de especialistas.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo:

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Agronegócio & Produção

Renegociação de dívidas e avanço ferroviário marcam momento decisivo para o agro

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O agronegócio mato-grossense atravessa um período marcado por desafios financeiros e avanços estruturais. Os dois temas foram abordados pelo jornalista Olmir Cividini na coluna Circuito Rural desta sexta-feira (19.06), que analisa o debate sobre a renegociação das dívidas dos produtores rurais e os impactos da inauguração do primeiro trecho operacional da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo.

No campo político, a expectativa do setor está voltada para as discussões sobre mecanismos de renegociação de dívidas rurais. Conforme observa Cividini, o tema voltou ao centro das atenções em Brasília, mas ainda cercado por incertezas. Para muitos produtores, a preocupação é que as decisões acabem sendo influenciadas mais pelo ambiente político do que pelas necessidades reais do setor produtivo.

O cenário é acompanhado com cautela pelo agro, especialmente diante das dificuldades enfrentadas por produtores nos últimos anos em razão de oscilações climáticas, custos elevados de produção e desafios de mercado. A expectativa é de que eventuais medidas ofereçam condições para a recuperação financeira e a continuidade dos investimentos no campo.

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Enquanto o debate sobre crédito rural segue em aberto, Mato Grosso comemora um avanço concreto na área logística. Neste sábado será inaugurado, em Dom Aquino, o primeiro trecho operacional da Ferrovia Estadual, considerado um marco para o transporte de cargas e para a competitividade do agronegócio estadual.

O novo terminal multimodal, instalado às margens da BR-070, terá capacidade para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, principalmente soja e milho. A estrutura integra a primeira etapa da ferrovia, ligando Rondonópolis a Dom Aquino por meio de aproximadamente 162 quilômetros de trilhos.

A obra é considerada estratégica para ampliar a capacidade de escoamento da produção agrícola, reduzir a dependência do transporte rodoviário e fortalecer o corredor de exportação de Mato Grosso. Além disso, o terminal deverá gerar empregos e impulsionar o desenvolvimento econômico da região.

Segundo a avaliação apresentada na coluna, a nova ferrovia não elimina todos os gargalos logísticos do Estado, mas representa um avanço significativo em uma área considerada fundamental para sustentar o crescimento da produção agrícola. A expectativa é que, com a expansão dos trilhos até Lucas do Rio Verde nos próximos anos, Mato Grosso consolide uma das mais robustas estruturas logísticas do agronegócio brasileiro.

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Entre os desafios da renegociação das dívidas e os investimentos em infraestrutura, o setor produtivo segue apostando em medidas que garantam maior competitividade, eficiência e sustentabilidade para o futuro do agro mato-grossense.

(Fonte: Coluna Circuito Rural, de Olmir Cividini.)

Ouça o Circuito Rural na íntegra:

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