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MMA lança programa para impulsionar renda de quem protege as florestas

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O Ministério do Meio Ambiente lança hoje (4) o programa Floresta +. De acordo com a pasta, a iniciativa vai destinar, num primeiro momento, R$ 500 milhões em ações de conservação e recuperação do meio ambiente na região amazônica. O ministério destaca que o Brasil possui o maior patrimônio de biodiversidade do mundo e tem potencial para se tornar um dos protagonistas mundiais de uma nova economia verde. Nesse sentido, o objetivo do Floresta + é trabalhar a regulamentação do mercado voluntário de serviços ambientais para que os projetos tenham segurança jurídica e garantia do seu pleno desenvolvimento. Além disso, o programa deve impulsionar a renda daqueles que exerçam atividades que proporcionem ganho ambiental relevante.

Os projetos selecionados poderão receber verba para inciativas como construção de cercas, ações de vigilância, combate a incêndios, proteção do solo, monitoramento, pesquisas sobre biodiversidade, plantio de espécies nativas, atividades agroflorestais e atividade integrada lavoura-pecuária-floresta.

O MMA explica também que a iniciativa contará pela primeira vez com o setor privado para consolidar e aumentar a escala e capilaridade de uma economia baseada em serviços ambientais. Neste sentido, os próximos passos são criar uma classificação econômica (CNAE) específica de serviços ambientais. Além disso, o ministério fará o reconhecimento e fomento de boas práticas metodológicas de valoração e validação dos atributos, benefícios e cobenefícios e disponibilizará o Cadastro Nacional de Serviços Ambientais para o registro das áreas, atividades e projetos de serviços ambientais para auxiliar sua divulgação e promoção.

Leia mais:  Tangará da Serra: Câmara aprova R$ 1,2 milhão para realização do Natal Iluminado 2026

O Floresta + é destinado a pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, grupo familiar ou comunitário que, de forma direta ou por meio de terceiros, executam as atividades de serviços ambientais em áreas mantidas com cobertura de vegetação nativa ou sujeitas à sua recuperação. Poderão ser reconhecidas e beneficiadas em todo território nacional diversas categorias fundiárias, sejam elas áreas privadas, de preservação permanente e de uso restrito, assentamentos, terras indígenas ou unidades de conservação, desde que tenham atividades de proteção e conservação de recursos naturais.

Segundo o ministério, a medida deve proporcionar uma série de benefícios para a sociedade. Dentre elas, o aumento da disponibilidade hídrica, a conservação do solo, polinização, a observação de fauna e a apreciação de paisagens naturais, a conservação da biodiversidade, a manutenção e aumento dos estoques de carbono, entre outros.

O programa vai começar por projetos na região amazônica. O ministério destaca que, embora seja uma das regiões mais ricas do país, a Amazônia tem o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Para o MMA, a falta de acesso às condições básicas de vida, como atendimento de saúde efetivo, água potável, tratamento de esgoto e energia elétrica, e a ausência de dinamismo econômico elevam o desmatamento e a prática de atividades ilegais na região. A expectativa é que as ações tragam resultados significativos para o desenvolvimento sustentável com foco na geração de emprego e renda.

Floresta + é destinado a pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, grupo familiar ou comunitário.

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Tangará da Serra: Câmara aprova R$ 1,2 milhão para realização do Natal Iluminado 2026

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Recursos economizados pela Câmara Municipal e devolvidos antecipadamente ao Executivo serão incorporados ao orçamento para financiar o projeto de decoração e programação natalina em Tangará da Serra.

A Câmara Municipal de Tangará da Serra aprovou, durante a sessão ordinária de ontem (terça,18), o Projeto de Lei nº 296/2026, de autoria do Executivo Municipal, que autoriza a abertura de crédito suplementar de R$ 1,2 milhão para viabilizar a execução do Projeto Natal Iluminado 2026.

Os recursos são provenientes de economias realizadas pela Câmara Municipal em sua parcela do duodécimo. A devolução antecipada dos valores ao Poder Executivo permitirá a incorporação da quantia ao orçamento municipal, com destinação específica às ações relacionadas ao Natal Iluminado.

“Economizamos esse valor do duodécimo e estamos repassando esse recurso para investir numa ação – o Natal Iluminado – que já é referência em todo o estado”, afirmou à reportagem o presidente da Câmara, vereador Edmilson Porfírio.

Matéria aprovada na sessão ordinária de terça-feira (18) garante R$ 1,2 milhão para o Natal Iluminado.

A proposta prevê investimentos na ornamentação e valorização dos espaços públicos durante o período natalino. A expectativa é criar uma ambientação especial para moradores e visitantes, consolidando o projeto como um dos principais eventos do calendário de fim de ano do município.

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Além do aspecto cultural e de lazer, a justificativa do projeto aponta para o potencial de movimentação econômica. Com o aumento da circulação de pessoas nas áreas comerciais durante o período natalino, a iniciativa pode beneficiar o comércio, os prestadores de serviços, empreendimentos ligados à gastronomia e atividades relacionadas ao turismo.

O objetivo, segundo o Executivo, é associar a programação e a ambientação natalina ao estímulo da economia local, incentivando a circulação de pessoas e recursos e criando oportunidades para empreendedores do município.

Com a aprovação do Projeto de Lei nº 296/2026, o Executivo fica autorizado a incorporar os R$ 1,2 milhão ao orçamento e utilizar os recursos na execução do Natal Iluminado 2026.

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