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Mendes manda apurar responsabilidades pela fuga de presos da Penitenciária Central

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A fuga de dois presos da Penitenciária Central do Estado (PCE, foto acima) no último sábado (05), provocou a ira do governador Mauro Mendes, que classificou o episódio como “inadmissível” e determinou apuração das responsabilidades e uma revisão urgente nos sistemas de segurança das unidades prisionais do Estado.

Mendes convocou uma reunião com o secretário de Segurança, Cesar Roveri, e responsáveis pela Polícia Penal para exigir explicações sobre a situação.

Segundo ele, o caso expõe falhas graves, já que uma unidade de segurança máxima como a PCE, que abriga presos de alta periculosidade, não deveria permitir uma fuga sem qualquer obstáculo.

Governador classificou o episódio da fuga como “inadmissível” e exige providências.

Segundo Mendes, o caso precisa ser esclarecido e as responsabilidades apuradas. “Não pode uma unidade de segurança daquele tamanho ter uma falha dessa. Alguém falhou! Isso tem que ficar claro, porque não dá para admitir esse tipo de coisa nos presídios”, declarou o mandatário do estado.

A Secre­tar­ia de Justiça confirmou que os fugitivos, identificados como Christopher Allef de Oliveira Santana, de 24 anos, e Henrique Darlan de Oliveira Mello, de 23 anos, estavam na ala reservada a internos que participam de atividades em que desenvolve algum trabalho.

Imagens de vigilância mostram os dois escapando por volta de meio dia, de acordo com registro de câmeras de segurança dos fundos da penitenciária. A dupla cortou o arame farpado que cerca o presídio e desceu com uma corda improvisada.

A diretoria do presídio instaurou um procedimento administrativo para apurar se houve negligência no monitoramento interno ou a conivência de terceiros no planejamento da fuga.

A PCE, fica em Cuiabá, é considerada a unidade prisional mais complexa do Estado, concentrando presos de alta periculosidade.

(Redação EB, com Sapicuá RN)

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Chuva de sexta-feira em Tangará da Serra chegou a 66 mm; chuvas devem prosseguir

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A chuva registrada na última sexta-feira (17) em Tangará da Serra alcançou 66,8 milímetros, conforme dados da estação meteorológica A902 do Instituto Nacional de Meteorologia.

Com o volume, o acumulado de abril chega a cerca de 150 milímetros, superando a média histórica de 121 milímetros, segundo a Climatempo.

A precipitação teve início por volta das 11h e seguiu com intensidade até o início da tarde, perdendo força ao longo do dia.

De acordo com levantamento do banco de dados do Enfoque Business, o atual período chuvoso — iniciado em setembro do ano passado — soma pouco menos de 1.700 milímetros. O volume é cerca de 26% inferior ao registrado no ciclo anterior (2024/2025), quando o acumulado atingiu aproximadamente 2.400 milímetros, com chuvas prolongadas até junho.

Para os próximos dias, a previsão indica continuidade das chuvas, porém de forma irregular e com menor intensidade. As temperaturas devem permanecer estáveis, com máximas entre 29°C e 31°C e mínimas entre 22°C e 23°C.

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