conecte-se conosco


Cidades & Geral

Grilagem no Assentamento volta a ser denunciada; Grileiros causam danos e vendem chácaras

Publicado

A grilagem de terras no Assentamento Antônio Conselheiro, em Tangará da Serra, é novamente objeto de denúncia, desta vez pelos próprios assentados. O caso será comunicado nesta segunda-feira (07) no Sindicato dos Trabalhadores Rurais e na Câmara Municipal.

As invasões ocorrem desde ano passado, quando um grupo de grileiros invadiu áreas de reserva no Assentamento Antônio Conselheiro, promovendo queimadas (foto topo) e usando máquinas para fazer as derrubadas.

Segundo revelado por um denunciante, pelo menos 23 famílias já estariam ocupando a área dentro do Assentamento. A área estaria sendo loteada em pequenas chácaras, num processo liderado por um homem identificado por Erli Soares da Silva, que recebe R$ 500,00 a título de inscrição por cada chácara, para o interessado ter a posse da terra. “(…) Você paga o valor da inscrição e você já tem a terra… Já estamos com 93 famílias… há um ano lá dentro”, confirma um áudio, que seria de Erli, garantindo que a ocupação é feita pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). “Te dou o recibo da inscrição e o papel do Incra. Tem que fazer o cadastro pelo Incra”, acrescenta a voz que seria de Erli Soares da Silva.

Um dos líderes da ocupação é identificado por Erli Soares da Silva.

Os denunciantes pedem às autoridades, mediante abaixo-assinado, a desocupação das áreas de reserva e a titulação dos lotes. Há um clima de tensão no entorno da área ocupada. As autoridades do município e, também, do Estado – através da SEMA-MT – e o próprio Ministério Público estão cientes da situação.

Leia mais:  Meteorologia prevê onda de frio intenso no país; Tangará da Serra poderá ter mínimas de 5°C

O Enfoque Business teve acesso, através de um denunciante, de um recibo e de uma ocorrência acusando Erli de cortar cercas de propriedades, permitindo a fuga de gado dos assentados, causando prejuízos. Numa destas fugas de animais, houve acidente envolvendo um automóvel.

Recibo de pagamento de “inscrição” feito por um dos ocupantes, em nome de Erli.

Em outro áudio consta a informação de que a área seria de um assentado que teria desistido da terra, dando baixa junto ao Incra. A voz do áudio assegura que o processo é todo feito pelo Incra e que, inclusive, teria ocorrido uma reunião numa unidade do órgão na cidade de Diamantino. “É tudo certinho, feito pelo Incra, não nada de estar invadindo, não… Já fizemos umas três reuniões com o Incra, em Diamantino”, diz a voz que, em princípio, seria de Erli.

O suposto Erli, embora tenha dito em um dos áudios que a terra é do Incra, logo em seguida se contradiz, primeiro dizendo não conhecer o antigo dono da terra e, depois, afirmando ter sido de um primo. “Eu não conheço o dono ali, não… Antigo dono ali era um primo meu, há 20 anos atrás ele abandonou, deu baixa na área, aí nós ‘peguemo’ e ‘cortemo’ em chácaras (…)”.

Leia mais:  Feira do Centro oferece fruto da América para sucos, doces e pratos com peixes e carnes

A redação tentou contato por telefone com a superintendência do Incra de Mato Grosso, mas as ligações não foram atendidas. A redação encaminhou, então, e-mail ao superintendente Marcos Vieira da Cunha, com cópia para a substituta Marina Souza, e aguarda resposta.

publicidade

Cidades & Geral

Feira do Centro oferece fruto da América para sucos, doces e pratos com peixes e carnes

Publicado

As frutas estão entre os itens mais comercializados na Feira do Produtor do Centro. Nesta época do ano, uma fruta da época se destaca pela qualidade e visual notável: o maracujá.

Oferecido fartamente no setor de hortifrutis do mercado público de Tangará da Serra, o maracujá é alternativa de renda na agricultura familiar a partir de um manejo especializado para manter o bom padrão.

O fruto é natural da América e pode ser encontrado, nativo, em matas desde o Rio Grande do Sul até o norte do Brasil. Também é comum em toda a América Central e na Flórida, já nos Estados Unidos.

Oferecido fartamente no setor de hortifrutis do mercado público de Tangará da Serra, o maracujá é alternativa de renda na agricultura familiar.

Além de saborosa, a fruta rende inúmeros benefícios à saúde humana, sendo importante para fortalecer o sistema imunológico, controlar a glicose no sangue e, também, no combate ao estresse e à ansiedade.

De acordo com o presidente da Associação dos Feirantes (Asfet), Valdeci Ferraz Aquino, o maracujá ofertado na Feira se destaca pela qualidade e preço atrativo. “A qualidade do maracujá oferecido pelos nossos feirantes sempre chama atenção do consumidor e isso ajuda a manter uma grande movimentação na Feira do Centro às quartas e aos domingos”, observa.

Leia mais:  Caldo de cana na Feira do Centro, um brinde à história e à geração de emprego e renda

Maracujá na culinária

O maracujá pode ser consumido ao natural ou na forma de sucos. Mas o fruto incrementa a culinária brasileira como um ingrediente de classe. O maracujá rende sorvetes, musses, bolos, tortas e vários tipos de doces.

Mas também é utilizado com sucesso e requinte em pratos salgados à base de peixes e carnes vermelhas e de frango.

Para ver 48 receitas com maracujá, acesse o seguinte link a seguir clicando nos trechos sublinhados em vermelho: https://www.receiteria.com.br/receitas-com-maracuja/

Atendimento

Neste domingo, mais um a vez a Feira estará de portas abertas a partir das 06h00, até o meio-dia. Além do maracujá e outras frutas, os consumidores terão à sua disposição uma grande variedade de hortaliças, carnes e embutidos, leite natural e seus derivados, produtos coloniais, doces, temperos, além da tradicional praça de alimentação.

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana