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Feriado prolongado registra duas mortes e prisão por abuso intrafamiliar

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Duas ocorrências com desfecho fatal e a prisão de um investigado por abuso sexual contra a própria filha marcaram o feriado prolongado de virada de ano em Tangará da Serra.

No dia 31, a Polícia Judiciária Civil localizou e prendeu um homem investigado por crime de natureza intrafamiliar. Ele estava foragido no estado de Goiás.

Afogamento no Sepotuba

Um homem de 43 anos, Alcinei Soares da Silva, morreu após se afogar no rio Sepotuba, no dia 1º de janeiro, durante a tarde.

Segundo o Corpo de Bombeiros, uma mulher que participava de uma confraternização foi arrastada pela correnteza. Alcinei tentou socorrê-la, mas acabou sendo levado pelas águas e desapareceu.

A mulher conseguiu se segurar em uma galhada e foi retirada do rio por pessoas que estavam no local.

O Corpo de Bombeiros reforça o alerta para os riscos do rio, principalmente no período chuvoso, quando a correnteza se intensifica, a água fica turva e o nível sobe rapidamente.

Acidente com morte na MT-339

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Na noite de domingo (04), um acidente envolvendo um Fiat Strada e um Fiat Palio deixou uma pessoa morta e duas gravemente feridas na rodovia MT-339, nas proximidades da Curva da Benção.

A vítima fatal foi Diomedes Ferreira da Silva, 54 anos, condutor do Fiat Palio. De acordo com a Polícia Civil, ele ficou preso às ferragens e não resistiu aos ferimentos, sendo retirado do veículo pelo Corpo de Bombeiros.

O motorista da Fiat Strada informou que o Palio trafegava em zigue-zague e teria invadido a pista contrária, provocando a colisão frontal.

A rodovia precisou ser interditada para atendimento da ocorrência. As circunstâncias do acidente seguem sob investigação da Polícia Judiciária Civil.

Prisão por abuso intrafamiliar

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Campo Novo do Parecis, cumpriu mandado de prisão preventiva contra J. P. C. C., investigado por abuso sexual contra a própria filha, de 9 anos.

A ocorrência foi registrada em 18 de setembro de 2025, após denúncia da mãe da criança. Com base nas apurações, a autoridade policial representou pela prisão, com deferimento judicial.

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Durante as diligências, a Polícia Civil identificou que o investigado estava em Mara Rosa (GO). A delegacia local foi acionada e, em ação integrada, o suspeito foi localizado e preso no dia 31.

A Polícia Civil destacou a atuação conjunta entre os estados no enfrentamento a crimes dessa natureza e na proteção de crianças e adolescentes.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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