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EP Agropecuária projeta 2025 com otimismo, mas quer governo favorecendo atividades

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O ano de 2024 foi um ano de desafios. A resiliência da atividade econômica segurou as pontas no segmento empresarial e há um certo otimismo com relação a um ano melhor em 2025.

Para a EP Agropecuária – uma dos patrocinadores masters da campanha Natal premiado CDL, em Tangará da Serra -, o ano que se inicia tende a manter a curva ascendente da confiança do empresariado e o ânimo do consumidor, apesar das projeções menos animadoras para a economia. E o sorteio que acontece neste sábado (18) fortalecerá esse otimismo no varejo.

Mas a empresa entende que o governo precisa criar boas condições para o setor empresarial, já que é vital para a economia do país, dos estados e das cidades. “O que nós esperamos é que os governos estadual e federal adotem medidas mais assertivas, que beneficiem o crescimento econômico como, por exemplo, redução da carga tributária e dos juros, além de uma política eficiente de incentivos à formação de mão de obra”, afirma o diretor-proprietário José Henrique Rockenbach.

Produtos agropecuários e veterinários, máquinas, equipamentos, ferramentaria, sementes, rações e uma ampla variedade de produtos para o campo e para a cidade compõem o portfólio da EP Agropecuária.

José Henrique destaca que o PIB fechou 2024 com um avanço de 3,2%, o que indica uma recuperação robusta, apesar do contexto geral desafiador, como as incertezas fiscais no governo federal e as pressões globais que pressionam o câmbio para cima.

O empresário prevê para 2025 um comércio em alta com expansão de vendas, e aponta como sinal dessa curva ascendente a taxa de crescimento de 5% do varejo no ano que passou. “O dinamismo da economia reflete diretamente no comércio, o que refletiu na queda do desemprego e no aumento do consumo e a consequente melhora na renda média”, disse, frisando a responsabilidade do governo. “Nós fazemos a nossa parte com negócios e empregos, mas o governo precisa melhorar o desempenho da economia e não penalizar a atividade econômica com sufoco tributário e uma política fiscal incerta”, completou Rochenbach.

Empresa

A EP Agropecuária marca presença no comércio de Tangará da Serra desde março de 2007. Portanto, daqui a dois meses celebrará 18 anos de atuação.

Produtos agropecuários e veterinários, máquinas, equipamentos, ferramentaria, sementes, rações e uma ampla variedade de produtos para o campo e para a cidade compõem o portfólio da empresa. Na EP Agropecuária, os diferenciais estão na variedade, qualidade e preços competitivos, e um atendimento diferenciado que fortalece a parceria com a carteira de clientes.

O telefones são (65) 3326-0020 e (65) 99640-9341.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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