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Saúde Pública

Em Mato Grosso, nove pacientes alcançam cura clínica da COVID-19; Em Tangará, paciente reage bem

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Nove pacientes que estavam infectados pelo coronavírus em Mato Grosso conseguiram a cura clínica da doença. A informação é da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), que registrou em sua última nota informativa, na tarde desta quarta-feira (01.04), 28 casos confirmados da COVID-19 no estado.

Na nota informativa há um caso a mais do que consta no boletim do Ministério da Saúde apresentado ontem, já que não houve tempo hábil de comunicar a ocorrência antes da divulgação oficial do órgão federal.

Os casos confirmados de COVID-19 estão em Cuiabá (19), Rondonópolis (5), Nova Monte Verde (1), Tangará da Serra (1) e Várzea Grande (2). Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada pela SES (acessar link abaixo).

http://www.saude.mt.gov.br/upload/noticia/1/arquivo/010420194633-SES-MT-A-boletim-informativo-24—01-04-2020–1-.pdf

Dos 28 casos confirmados da COVID-19 em Mato Grosso, dez (10) estão hospitalizados, sendo sete (07) em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e três (03) em enfermarias.

Segundo informações levantadas pelo Enfoque Business, o paciente acometido da COVID-19 em Tangará da Serra encontra-se em isolamento domiciliar e apresenta visível melhora, podendo alcançar a cura clínica nos próximos dias.

Cenário nacional

Nesta quarta-feira, o Governo Federal confirmou 6.836 casos de COVID-19 no Brasil e 241 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, divulgado pelo Ministério da Saúde, na terça-feira (31.03), o país contabilizava 201 mortes e 5.717 casos confirmados de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Abaixo, acesse o link com matéria do Enfoque Business sobre este balanço.

http://enfoquebusiness.com.br/covid-19-pais-soma-6-836-casos-e-241-obitos-em-mato-grosso-sao-dois-novos-casos-sem-nenhum-obito/

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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