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Saúde Pública

Covid-19: Tangará da Serra soma 81 casos ativos, com 09 internados; Percentual de recuperados se mantém em 80%

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Boletim Epidemiológico divulgado na tarde desta quinta-feira (25) pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento ao Coronavírus mostra 32 novos casos confirmados de Covid-19 em Tangará da Serra.

De acordo com o boletim, são 444 casos confirmados no total, sendo 81 ativos e 357 pacientes recuperados da doença (Veja quadro acima).

(Veja quadro abaixo ao final da matéria, com todos os números)

Entre os casos ativos, 72 encontram-se em isolamento domiciliar e outros novo internados – dois em enfermaria pública, três em uti pública, dois em UTI pública em Cuiabá, e dois em UTI privada. Houve, ainda seis óbitos, com a última ocorrência registrada ontem (quarta,24). Há outros dois pacientes internados em enfermaria que ainda aguardam resultado de exames.

Com a atualização dos números, sobe para 15,24 a média de novos casos confirmados em Tangará da Serra. Até ontem, a média diária era de 14,5 casos novos.

Dos 444 casos confirmados, 300 foram informados pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT). Outros 144 casos foram confirmados através de teste rápido/sorologia. Quanto aos pacientes que evoluíram para cura, os 357 respondem por 80,4% do total de casos confirmados.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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